Aparecido culpa diretores da Fecomércio-DF

BSB Capital 19/03/2022 às 14:00, Atualizado em 19/03/2022 às 10:40

Procurada pelo Brasília Capital, a assessoria do presidente da Fecomércio-DF preferiu não se manifesta

José Aparecido, presidente da Fecomércio-DF. Foto: Reprodução

Após a publicação da matéria “O marajá da Fecomércio-DF” – edição 557 do Brasília Capital, sábado (12) –, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal, José Aparecido da Costa Freire, convocou, na segunda-feira (14), uma reunião extraordinária presencial da diretoria da entidade para a terça-feira (15) para tratar de “assuntos institucionais da Fecomércio-DF”.

Marajá

Oficialmente, a assessoria de Aparecido não quis se pronunciar sobre o que foi tratado na reunião, ressaltando apenas que ele determinou a suspensão do pagamento do salário, que lhe conferiu, entre os filiados, o apelido de “marajá da Fecomércio-DF”.

Subsídio

No entanto, a reportagem apurou que ele tentou eximir-se da responsabilidade pela aprovação, no dia 25 de novembro do ano passado, de uma ajuda de custo de R$ 800 para cada um dos 28 conselheiros e a criação de um subsídio para ele próprio correspondente a 36 salários mínimos (R$ 43.632). Somados, os valores totalizam uma despesa mensal de R$ 66.032 para os cofres da entidade (R$ 792.384 por ano).

Reeleição

Candidato à reeleição à presidência da Fecomércio-DF para o próximo quadriênio – a inscrição de chapas ocorre até terça-feira (22) e o pleito está marcado para o dia 3 de maio – José Aparecido pode estar gerando um custo fixo de R$ 3.169.536 para sua futura gestão. Isto sem contar as despesas com os chamados “cartões corporativos”, com os quais são pagas despesas como refeições e compra de ternos, por exemplo.

Silêncio

Procurada pelo Brasília Capital, a assessoria do presidente da Fecomércio-DF preferiu não se manifestar.

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