Portadora de câncer pede ajuda para detectar novo tipo da doença

BSB Capital 14/08/2017 às 14:49, Atualizado em 18/09/2017 às 20:54

Ana Cássia Gomes e Lima, 33 anos, já tem um forma rara da moléstia, que lhe provocou perda de parte da visão. Ela sobrevive vendendo lápis personalizados

Ana Cássia já diagnosticada com câncer raro há três anos. Foto: Divulgação

Ana Cássia Gomes e Lima, de 33 anos, está precisando de ajuda financeira para fazer exames porque os médicos acham que ela tenha câncer no intestino ou no estômago. Ela precisa fazer uma endoscopia e uma colonoscopia. Os exames, na rede privada custam R$ 1.300.

Na rede pública, Ana Cássia só conseguiu marcar para 2018, em Goiânia. Mas seu caso é de urgência. Por isso, ela pede ajuda. Há cerca de três anos, foi diagnosticada com um tipo raro de câncer: displasia óssea pólipos totica fibrosa. A doença cresce dentro dos ossos da jovem e tem trazido sérios prejuízos para o seu corpo.

“Pé grande”

Por conta do problema, ela já perdeu a visão do olho esquerdo e parte da do direito. O maxilar de Cássia tem crescido tanto, que ela tem grandes dificuldades para comer e já perdeu alguns dentes. Antes da doença, ela calçava 36. Hoje, sua numeração é 43. “Sou a verdadeira mulher do pé grande”, diz Cássia, sorridente. Agora, ela enfrenta outro desafio esse outro desafio.

Cássia repete que não tem condição financeira para custear os exames. Sua renda vem da venda de lápis personalizados, que ela mesma produz e vende pelas ruas de Brasília.

Quem quiser colaborar com o custo dos exames, pode entrar em contato com Cássia pelo número de telefone: (61) 99194-7790. Ou então, com o Arthur: (61) 99216-3189.

 

 

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