Ninguém morre de amor, vive

MicrocontoPor ,10/06/2015 às 14:37, Atualizado em 10/06/2015 às 14:37

Entrei no quarto e me atirei na cama. Os joelhos encostavam-se ao peito e era como se eu mesmo me abraçasse. A dor que sentia no peito era conflituosa entre a física e a moral. Tinha perdido meu primeiro amor sem pausa, sem explicação, sem jeito. Meu primeiro amor resolveu voltar ao seu primeiro amor. …

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Entrei no quarto e me atirei na cama. Os joelhos encostavam-se ao peito e era como se eu mesmo me abraçasse. A dor que sentia no peito era conflituosa entre a física e a moral. Tinha perdido meu primeiro amor sem pausa, sem explicação, sem jeito. Meu primeiro amor resolveu voltar ao seu primeiro amor. Sobrevivi com a dor por algum tempo. Hoje não. Hoje eu vivo.

(baseado na história da leitora Thainá Guidotti – São Paulo/SP).

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