Lula lidera corrida presidencial

BSB Capital 17/09/2021 às 8:58, Atualizado em 21/09/2021 às 18:04

Lula teria 46% dos votos contra 25% de Bolsonaro. Depois aparecem Ciro, Dória e Mandetta

Em montagem, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual mandatário, Jair Bolsonaro (sem partido)

Pesquisa DataFolha divulgada na quinta-feira (16) mostra o ex-presidente Lula (PT) liderando a corrida pela Presidência da República. Se a eleição fosse hoje, ele teria 46% dos votos no 1º turno em um cenário em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aparece em segundo lugar, com 25% das intenções de voto.

Na sequência estão Ciro Gomes (PDT), com 8%; João Doria (PSDB), com 5%; e Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 4%. Uma parcela de 10% votaria em branco ou nulo diante deste cenário, e 2% não opinaram.

A preferência pelo petista chega a 56% entre brasileiros com escolaridade fundamental e a 57% na parcela dos mais pobres, com renda familiar de até 2 salários. Na região Nordeste Lula tem 64%; entre pretos, 57%; e pardos (50%. No segmento católico, 51%; e entre desempregados que buscam emprego, 64%. 

O atual presidente diminui a desvantagem geral de 21 pontos para o petista na parcela de homens (43% para Lula e 31% para Bolsonaro, ante 48% a 20% no universo de mulheres), na faixa de 60 anos ou mais (42% a 28%), na fatia dos mais escolarizados (34% a 28%), nas regiões Sul (35% a 30%) e Centro-Oeste/Norte (41% a 35%) e entre brancos (34% a 30%). 

Entre os mais ricos, Bolsonaro fica à frente de Lula: 41% a 21% entre quem tem renda familiar de 5 a 10 salários, e 36% a 22% na faixa acima de 10 salários. O atual presidente também lidera entre os empresários, com 52% contra 25% do petista. No segmento evangélico, há um empate: Lula 37% e Bolsonaro 38%.

Espontânea

Na pesquisa de intenção de voto espontânea, em que os nomes dos possíveis candidatos não são apresentados, Lula é citado por 26% (ante 21% em maio), Bolsonaro, por 19% (eram 17% no último levantamento), e Ciro, por 2%. Há 7% que declaram voto em branco ou nulo, e 42% não citaram nenhum nome (em maio, 49%).

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