Estudante retorna ao Brasil após olimpíada de neurociência

bsbcapitalPor ,07/07/2016 às 8:47, Atualizado em 09/07/2016 às 3:46

Depois de todo o esforço para conseguir viajar, a adolescente Lorrayne Isidoro, de 17 anos, voltou de Copenhague, na Dinamarca, para o Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (7).  Após oito dias de viagem, a jovem, que foi primeiro lugar na Olimpíada Nacional de Ciência, estava satisfeita com a viagem. Ela participou da Olimpíada …

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Lorrayne Isidoro, aluna do colégio Pedro II que ganhou o primeiro lugar na Olimpíada de Neurociência: “Quando me interesso por alguma coisa, aprendo rápido” – Marcelo Carnaval / Agência O Globo

Depois de todo o esforço para conseguir viajar, a adolescente Lorrayne Isidoro, de 17 anos, voltou de Copenhague, na Dinamarca, para o Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (7).  Após oito dias de viagem, a jovem, que foi primeiro lugar na Olimpíada Nacional de Ciência, estava satisfeita com a viagem. Ela participou da Olimpíada Internacional de Neurociência.

“Foi muito enriquecedora, a gente participou da olimpíada internacional, foi ótimo. Participamos das provas, do congresso da Sociedade Europeia de Neurociência. Foi bem enriquecedor, a gente pôde ver trabalhos, entender um pouco mais sobre as neurociências e conhecer um pouco, também, a cidade, que é muito bonita”, disse a estudante do Colégio Pedro II do Engenho Novo.

Entenda o caso
Lorrayne Isidoro, de 17 anos, única representante brasileira na Olimpíada Internacional de Neurociência na Dinamarca, sofreu para conseguir superar a burocracia e participar da competição. Primeiro, ela teve que driblar a falta de recursos para a passagem, já que o governo não arcou com a viagem. A jovem, então, apelou para uma “vaquinha” online. Além das dificuldades financeiras, a estudante teve outro obstáculo: por conta de um problema na Casa da Moeda, ela quase não conseguiu obter o passaporte a tempo para a sua primeira viagem internacional.

Depois de tanta dificuldades e de um documento emitido em cima da hora, Lorrayne espera que mais estudantes também tenham a oportunidade que ela teve. “Espero que outros jovens também consigam ter grandes oportunidades para se desenvolver”.

 


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