Corrida Pela Vida é marcada por desorganização e reclamação de competidores em Taguatinga

bsbcapitalPor ,06/06/2016 às 17:25, Atualizado em 06/06/2016 às 17:25

Quem pensou que os 7 Km de extensão e os cerca de 1 mil participantes em disputa seriam os principais desafios da Corrida da Vida, realizada durante o aniversário de 58 anos Taguatinga no domingo (5), se enganou. Mudança no percurso, atraso no início da prova, falta de sinalização, água, cronometragem, medalhas de premiação e …

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Quem pensou que os 7 Km de extensão e os cerca de 1 mil participantes em disputa seriam os principais desafios da Corrida da Vida, realizada durante o aniversário de 58 anos Taguatinga no domingo (5), se enganou. Mudança no percurso, atraso no início da prova, falta de sinalização, água, cronometragem, medalhas de premiação e comunicação marcaram a prova, que ofuscou a importância da data especial para os corredores.

Segundo a atleta Vânia Maria, de 31 anos, terceira colocada na prova feminina, logo no início a desorganização era perceptível. As inscrições custavam R$ 20 e 5 Kg de alimentos não-perecíveis. Depois de mudarem o local de realização na sexta-feira (3), a corrida que estava prevista para acontecer no Taguaparque foi transferida para a Comercial Norte. “Muita gente foi lesada com essa troca e aumentou o número de atrasado na prova”, explicou.

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Foto: Reprodução/Facebook

A desordem, contudo, não parou por aí. Às 7h, os competidores se aglomeravam na Praça do Relógio – a prova se iniciaria às 7h30, na Administração de Taguatinga – e aqueciam a musculatura, enquanto organizadores corriam contra o tempo para instalar barreiras e sinalizações. A prova começou apenas 7h50. Os copos de água mineral chegaram na hora da largada e não deu tempo de serem espalhados por todo percurso, que não era mais de 7 Km, como o previsto, e sim, de 3,5 Km.

“O pior aconteceu quando chegamos ao final do percurso e sequer tinham medalhas para nos premiar. Tentaram amenizar o problema entregando um troféu, porém os atletas do masculino não aceitaram a oferta.”, disse a atleta. “Nunca havia presenciado tamanha desorganização”, completou.

A Administração de Taguatinga afirmou não ser responsável pela corrida. O evento foi divulgado na programação cultural do aniversário da cidade, porém, segundo o órgão, se tratou apenas de uma parceria entre as partes. “Estamos tentando entrar em contato com o senhor Carlos Roberto Gomes da Silva, que é o organizador do evento. O Jurídico da administração de Taguatinga vai notificar o organizador do evento, para que ele esclareça toda a situação”, disse em nota.

 


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