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Política

Tropa de choque de Cunha fracassa em manobra para adiar discussão de parecer na CCJ

  • Redação
  • 12/07/2016
  • 19:51

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Em mais uma derrota para Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) rejeitou o pedido de aliados do deputado afastado para adiar a discussão e votação do parecer sobre o recurso contra a decisão do Conselho de Ética, que pediu a cassação do mandato do peemedebista. O requerimento, protocolado pelo deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos integrantes da tropa de choque de Cunha, queria o adiamento da discussão por dez dias úteis.

Com a recusa do pedido, a reunião da CCJ continuará hoje (12) com a discussão do parecer do relator, Ronaldo Fonseca (PROS-DF). O presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR), anunciou que a reunião permanecerá até o início da Ordem do Dia, com as votações em plenário. De acordo com Serraglio, o colegiado irá debater o parecer na manhã desta quarta-feira (13) com a continuidade da discussão e possível votação. Adversários do peemedebista defendem que o recurso seja votado antes do recesso parlamentar, previsto para começar no dia 17.

“Perseguição política” – Pouco antes da votação do requerimento, Cunha falou por mais de duas horas. Ele começou sua defesa criticando o processo no Conselho de Ética e afirmando ser vítima de perseguição política.

“Foi um processo político que começou com a minha eleição em primeiro turno, em que derrotei o candidato da presidenta afastada [Dilma Rousseff] e em que derrotei o candidato da oposição”, disse Cunha.

O peemedebista queria que o processo retornasse ao Conselho de Ética com o argumento de que o fato de ser presidente da Câmara foi \”determinante\” para a análise da representação no conselho. Fonseca argumentou que o pedido não apresentou elementos que comprovassem que as regras regimentais tivessem sido desrespeitadas.

A estratégia dos aliados de Cunha tem sido protelar o desfecho do processo. Logo após a fala do relator, Marun pediu vistas do processo, como forma de encerrar a sessão. O pedido foi negado por Serraglio.

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