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Geral

Trabalhadores são explorados dentro do Inep

  • Redação
  • 09/11/2023
  • 10:00

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Inep - Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O tema da Redação do Enem 2023 – “Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil” – foi muito comentado e discutido nos últimos dias. De fato, é um assunto relevante e atual. E é louvável que os jovens sejam estimulados a refletir sobre ele, despertando para experiências em suas próprias famílias ou na comunidade em que vivem. Refletir sobre a invisibilidade significa considerar o reconhecimento.

Paradoxalmente, porém, o mesmo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que propõe este debate e que organiza as provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) não despertou para uma realidade que está debaixo de seu nariz: a invisibilidade de pessoas que realizam serviços terceirizados dentro de sua sede e que estão há meses sem receber salários e benefícios.

Nos corredores do prédio do Inep, os trabalhadores se queixam de estarem passando dificuldades, inclusive, para custear transporte e alimentação para chegarem ao serviço. Os comentários podiam ser ouvidos no domingo (5), enquanto dirigentes do Inep concediam entrevista coletiva para falar sobre o Enem.

Enquanto se esperava pelo anúncio do tema da redação, alguns prestadores de serviço do Inep, não concursados, e, portanto, mais vulneráveis devido à falta de estabilidade, reclamavam que não têm recebido seus salários há alguns meses.

As recepcionistas, por exemplo, mulheres que precisam trabalhar sempre com um sorriso no rosto, estão precisando se organizar para irem trabalhar de carona. Elas não recebem salário há quase três meses. Contam que têm informação de que o Inep repassa o valor do contrato para a empresa terceirizada, mas esta não tem efetuado o pagamento aos funcionários, que ficam à míngua.

Essa dificuldade se reflete nas casas dos trabalhadores. São pessoas que, no contraturno, cuidam de suas famílias, muitas vezes crianças ou idosos que não têm como se sustentar ou mesmo comprar um remédio. E todos lamentam por não terem a quem recorrer, pois o Inep alega que os repasses para as terceirizadas “são feitos pontualmente”.

Há relatos de trabalhadores que têm contraído empréstimos com bancos ou agiotas, pagando juros altos, e outros pedindo ajuda e contando com a solidariedade de amigos e parentes para custear a própria alimentação e o transporte para seguirem suas jornadas de trabalho.

Quem sabe, para o próximo ano o Inep proponha um tema para a redação em que os candidatos à uma vaga no ensino superior apresentem respostas aos desafios colocados diante do desrespeito aos trabalhadores terceirizados. Como devem agir os contratantes de serviços prestados por pessoas humildes que se submetem à exploração de empresários gananciosos? Será que, mesmo sem vínculo empregatício, os contratantes não poderiam defender a justiça social nas relações de trabalho que ocorrem em suas dependências?

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