Sexta-feira Santa?

AdminPor ,03/04/2015 às 17:55, Atualizado em 03/04/2015 às 17:55

Depois do Domingo de Ramos, quando Jesus foi recebido com aplausos em Jerusalém, acaba crucificado após cinco dias, confirmando-se o adágio popular “a mão que afaga é a mesma que apedreja”. Episódios de ingratidão repetem-se milhares de vezes em nossas vidas pelo atraso em que vive o homem. Ensina Freud que o homem é subdiafragmático. …

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Depois do Domingo de Ramos, quando Jesus foi recebido com aplausos em Jerusalém, acaba crucificado após cinco dias, confirmando-se o adágio popular “a mão que afaga é a mesma que apedreja”. Episódios de ingratidão repetem-se milhares de vezes em nossas vidas pelo atraso em que vive o homem.

Ensina Freud que o homem é subdiafragmático. Isto é, vive abaixo do diafragma. Sexo e alimentos são suas preocupações básicas. A mentora de Divaldo Franco, Joana de Angellis, os classifica como fisiológicos, com o mesmo sentido de Freud. E acrescenta que a Terra é uma escola em que muitos habitantes ainda nem se matricularam.

Para que possamos nos desenvolver, o Criador envia seus instrutores em todas as áreas. Podem ser grandes iniciados, santos ou apenas familiares,vizinhos, colegas de trabalho e de escola. São pessoas com qualidades mais apuradas que as nossas ou que ainda não as desenvolvemos. Devem ser vistos como a lembrança de nossas possibilidades.

Ensinam os grandes instrutores que somos todos iguais em potência, e o sentido da vida é o de acendermos uma luz na escuridão do ser, como ensinou o grande psicanalista Carl Jung. Para o Apóstolo Paulo, na Epístola aos Hebreus, o sentido da vida é o de crescermos até chegarmos à medida da estatura de Cristo. Para Luis Sérgio, é  o aprendizado da arte de amar.

Jesus, como Espírito Crístico ou Cristo Sideral, enviou milhares de instrutores durante milhares de anos, e veio pessoalmente, descendo durante 4.000 anos até chegar a nós, como ensinou o Mestre Emmanuel, guia de Chico Xavier. Jesus ensinou, curou, exemplificou e no final ressuscitou vencendo a morte.

É tempo de aproveitarmos seus ensinamentos desenvolvendo os valores de solidariedade, amizade, honestidade, caridade, gratidão e fé. Aí, então, a Sexta Feira “Santa” será Santa, finalmente.

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