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Política

Segurança pública: a bola da vez

  • Júlio Pontes
  • 20/06/2025
  • 08:00

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Foto: Jamile Ferraris / MJSP

Os dados da pesquisa Genial/Quaest, divulgada em abril, mostram que a violência é a principal demanda do eleitor brasileiro. A insegurança fez com que 29% dos entrevistados apontassem que este é o principal problema do País. Esses números, entretanto, vão de encontro com os dados apresentados pelo Mapa da Segurança Pública de 2025, que mostram uma redução de 6,3% no número de homicídios dolosos do ano passado para este.

O editorial do Correio Braziliense, na segunda-feira (16), fala da “urgência” em tratar o tema. O texto cita a PEC da Segurança Pública, capitaneada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, como uma das ações do Poder Público para conter o avanço das facções no Brasil. Além disso, questiona como atuar para melhorar a capacidade carcerária e a impunidade dos criminosos.

CAPITÃO NASCIMENTO – Já Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE do Rio de Janeiro e consultor em segurança pública, avalia que os dados mostram que o estado tem a menor taxa de homicídios nos últimos 32 anos. O Capitão Nascimento da vida real brinca: “Não consigo convencer nem a minha própria esposa disso, mas a situação está melhorando”. E emenda: “A percepção não acompanha os números”.

Se o problema é de percepção, evidentemente envolve comunicação. A esquerda percebeu tarde a importância desta pauta, que hoje é ligada à direita, assim como o Bolsa Família é associado a Lula e companhia. Partidos como o Progressistas e o União Brasil, por exemplo, realizaram fóruns sobre segurança pública neste semestre.

Em 2022, após quatro anos de mandato de um ex-presidente ex-capitão do Exército, o Instituto Sou da Paz apontou que 57 deputados estaduais, 44 deputados federais e dois senadores são ou já foram policiais civis, PMs, bombeiros, policiais federais e integrantes do exército.

O fato apontado pela Quaest não deveria pegar a classe política de surpresa. Afinal, não é de hoje que programas policiais são líderes de audiência em todo o País. Em Brasília, temos um exemplo claro: o jornalista Sílvio Linhares foi deputado distrital e deixou um legado para o filho Fred (hoje deputado federal), após anos como apresentador do programa “Na Polícia e nas ruas”.

Mais recentemente, houve aumento de buscas por séries e filmes do gênero true crime (crime verdadeiro) em plataformas de streaming. As obras mostram casos famosos como de Eliza Samúdio, o Maníaco do Parque, Elize Matsunaga e Suzane von Richthofen. Além disso, são inúmeros os canais no YouTube sobre o tema que acumulam milhões de inscritos.

Se realmente há um problema de percepção quanto à segurança, nós, profissionais de comunicação, seremos colocados à prova sobre isso. Me debrucei sobre o tema e posso afirmar: a segurança pública é um mundo a ser explorado, principalmente na internet. 

Portanto, se você vai participar do processo eleitoral em 2026, comece agora a ouvir podcasts, assistir filmes, ler livros sobre o que de fato está acontecendo no Brasil. 

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