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Sem categoria

Pra quem almoça fora de casa…

  • Caroline Romeiro
  • 02/05/2014
  • 16:09

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Os restaurantes fazem parte da vida das pessoas desde a antiguidade. Na América, eles surgiram do modelo europeu de tabernas e estalagens. As tabernas eram casas públicas especializadas em bebidas e fornecimento de alimentos para a população local. Já as estalagens localizavam-se à beira da estrada oferecendo cama e comida aos viajantes.

No Brasil, o desenvolvimento da indústria de restaurantes está associado à indústria de hotéis. Sua grande expansão se deu no período de 1930 a 1951, com a abertura de hotéis cassinos. Mas ainda nesse período poucos estabelecimentos abriam as portas apenas para servir refeições.

A refeição fora de casa deixou de ser uma opção de lazer e passou a ser uma questão de necessidade. É o que se pode chamar de terceirização de serviços familiares. Hoje a maior parte das pessoas faz suas refeições, ou pelo menos a principal delas, o almoço, fora de casa.

Muitas vezes, controlar o que comer em restaurantes é difícil, pois temos balcões de distribuição com uma grande variedade de opções para serem colocadas no prato, e pratos cada vez maiores! A disposição do buffet muitas vezes favorece que coloquemos alimentos pesados e calóricos no prato, pois normalmente as saladas cruas estão no finalzinho do buffet…

O que fazer, então, para servir um prato saudável e manter uma alimentação equilibrada fora de casa?

Eu sempre inverto o fluxo da fila nos restaurantes… ou seja, sirvo primeiro a salada crua, e sugiro que todos coloquem essa parte à vontade, e se a vontade estiver pequena lembre-se de colocar pelo menos a metade do prato de salada crua! Depois passe para os acompanhamentos, arroz e feijão. Se tiver a opção integral do arroz, saiba que é a melhor opção! Sirva em seguida a guarnição, dando preferência aos vegetais cozidos ou assados, e por fim, sirva a porção de carne. Se possível, assada, grelhada ou cozida, e sem molho!

Um prato bastante colorido garante nutrientes diversos. Depois disso, bom apetite!

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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