Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Política

Pelaí: O xadrez eleitoral do DF

  • Orlando Pontes
  • 19/06/2022
  • 10:38

Compartilhe:

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Orlando Pontes

Partidos e pré-candidatos trabalham com o limite temporal do início de julho – no máximo, a primeira quinzena do mês – para definir as composições visando as eleições de 2 de outubro. A disputa pelo GDF está diretamente atrelada à corrida presidencial. E é aí que começam as dificuldades.

Ibaneis – Filiado ao MDB, o governador Ibaneis Rocha é o primeiro a abrir divergência, ao deixar claro que apoiará a reeleição de Jair Bolsonaro (PL), mesmo depois de seu partido ter lançado a senadora Simone Tebet (MS) ao Planalto.

Reguffe – Mas, se pode não contar com o palanque do correligionário, a emedebista tem a simpatia do segundo colocado nas pesquisas para o Buriti, senador José Antônio Reguffe (União Brasil).

Simpatia – O problema é que Reguffe sequer definiu se será candidato, além de sua agremiação ter oficializado o deputado Luciano Bivar (PE) como postulante ao Planalto. “Tenho uma grande simpatia pela Simone”, disse Reguffe ao Brasília Capital, sem se manifestar quanto a Bivar.

Paula Belmonte – Caso resolva disputar a sucessão de Ibaneis, Reguffe tende a reunir uma coligação com a federação PSDB-Cidadania. Neste caso, a deputada Paula Belmonte (Cidadania) seria sua vice. A chapa majoritária se completaria com o advogado Paulo Roque (Novo) ao Senado.

Izalci – Mas falta combinar com o senador Izalci Lucas (PSDB). O tucano está convicto de que terá legenda para concorrer ao GDF. E quer Reguffe para o Senado. O problema é que Belmonte garante que a federação está prestes a fazer uma reunião em que o Cidadania ficará com 70% do colegiado local. Assim, de acordo com o estatuto, terá preferência para indicar o candidato majoritário. E a deputada não está disposta a abrir mão para o senador tucano.

Oposição – A oposição terá pelo menos outros quatro palanques presidenciais com candidatos ao GDF:  Ciro Gomes (PDT) com a senadora Leila Barros; Rafael Parente (PSB) com o petista Lula; o distrital Leandro Grass (PV), que encabeça a federação PT-PV-PCdoB; e Lucas Salles (Democracia Cristã) com José Maria Eymael.

Parente – O debate entre as legendas de centro-esquerda é outro cenário de muita conversa e pouco entendimento. Comandante do PSB no DF, o ex-governador Rodrigo Rollemberg se diz favorável a uma ampla composição contra Ibaneis e Bolsonaro. Desde que o acordo seja em torno de Rafael Parente.

Leila – A senadora Leila dialoga com todos e não se acerta com ninguém. De qualquer forma, está disposta a honrar o que combinou com Ciro Gomes: será candidata ao GDF em qualquer hipótese, para que o presidenciável tenha um palanque na capital da República.

Grass e Rosilene – Sinais de pacificação surgem exatamente onde a discórdia já foi mais acentuada. Na federação PT-PV-PCdoB, estão assentadas as candidaturas de Leandro Grass (PV) ao Buriti e da professora Rosilene Corrêa (PT) ao Senado.

Márcia Rollemberg – A meta agora é encontrar a vice (a preferência é por uma mulher) ideal. Na sexta-feira (16) surgiu o nome de Márcia Rollemberg. Mas o marido dela, o ex-governador Rodrigo, foi contundente: “Não tem a menor chance. O PSB concorrerá com Rafael Parente”, rechaçou. Márcia estava ao lado dele.

Maninha e Fátima – O sonho petista de reunir toda a esquerda e centro-esquerda local em torno de Lula ainda passa por um possível acordo com a federação Rede-Psol, que lançou Keka Bagno ao Buriti. Do Psol poderia sair a vice de Grass – a ex-deputada Maninha ou a candidata ao GDF em 2018, Fátima Sousa.

Flávia e Damares – O imbróglio retorna à direita quando o Republicanos ensaia o lançamento da ex-ministra Damares Alves ao Senado. Aí, surgem especulações as mais diversas. Entre elas, a de que a deputada Flávia Arruda (PL) pode desistir da disputa ao Senado para pleitear o Buriti.

Celina Leão – Neste caso, a deputada Celina Leão (PP) seria a vice numa chapa bolsonarista puro-sangue. Aí, o jogo volta ao começo. Ibaneis reconsideraria a pressão de correligionários como José Sarney e Renan Calheiros para apoiar Lula… E tudo o que foi escrito acima passaria por uma completa reavaliação…

Leia mais em Brasília Capital

Compartilhe essa notícia:

Picture of Orlando Pontes

Orlando Pontes

Colunas

Orlando Pontes

As semelhanças entre Lula e a Leoa

Caroline Romeiro

EUA redescobrem o óbvio: comida de verdade no centro do prato

José Matos

O despertar espiritual

Júlio Miragaya

Venezuela e Cuba, Maduro e Castro

Tesandro Vilela

Quando a IA copia quem você ama

Júlio Pontes

Renan Santos seria o Pablo Marçal em 2026?

Últimas Notícias

GDF autoriza projeto de reabilitação neuromotora

18 de janeiro de 2026

Base aérea policial vai atender ocorrências do Entorno

18 de janeiro de 2026

Quando a IA copia quem você ama

18 de janeiro de 2026

O despertar espiritual

17 de janeiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.