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Artigo

O álcool e suas repercussões

  • Fernanda Sampaio
  • 24/09/2016
  • 10:15

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O álcool é muito utilizado em várias regiões do mundo e em contextos culturais diversos, sempre apresentando um grau de significação e importância. Costuma ser muito utilizado com fins recreativos e como uma forma de comemoração. Devido ao seu uso comum, para muitos sequer é considerado uma droga. É visto como um grande aliado para melhorar a comunicação, interação social e para lidar com aspectos emocionais obscuros.

Em função dessa naturalidade a qual se percebe o álcool, se torna difícil analisar quando ele passa a ser nocivo à saúde, gerando quadros de abuso e dependência. Segundo o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), o uso nocivo de álcool contribui para o desenvolvimento de mais de 200 doenças, incluindo lesões, infecções (como o HIV), alguns tipos de câncer e transtornos mentais. É considerado o fator principal associado aos índices de incapacidade e morte entre pessoas de 15 a 49 anos no mundo. E está diretamente relacionado a casos de violência doméstica, familiar e social.

Os jovens brasileiros têm tido contato com o álcool cada vez mais novos, o que torna esse fator um dado extremamente preocupante pois, pelas pesquisas do CISA, quando os adolescentes consomem a primeira dose antes dos 15 anos, o risco de desenvolvimento de dependência aumenta em sete vezes e de se envolverem em acidentes de trânsito ou luta física aumenta em sete vezes. A combinação do álcool com o ato de dirigir é uma das principais causas de morte no mundo. O Brasil, dentre os países da América, tem o maior índice de mortes de jovens com menos de 19 anos, as quais foram atribuídas ao álcool.

No aspecto fisiológico, o álcool é um depressor do sistema nervoso central, sendo muito utilizado por pessoas com quadros depressivos, o que acaba acarretando uma piora do quadro. Muitos o buscam como fuga das emoções ou como uma forma de “lidar” com aspectos emocionais não resolvidos. É muito utilizado por pessoas que possuem um sentimento de vazio existencial. Em função disso, a psicoterapia é de fundamental importância para o tratamento da síndrome de dependência do álcool.

Alguns fatores são essenciais para caracterizar a referida dependência: 1) a frequência da utilização da bebida; 2) a importância que é colocada nela (por exemplo, se a pessoa não beber, a vida não tem a mesma graça); 3) a tolerância da pessoa ao ingeri-la (a bebida tem menos efeito por uma adaptação do organismo pela alta ingestão); e 4) se os papéis na vida ficam prejudicados (familiar, trabalho etc). A consciência da dependência é o primeiro passo para a busca de um tratamento. É uma das doenças mais negadas por quem vive e pelos familiares. No entanto, o apoio familiar para o tratamento é fundamental, sendo que a família tem que ser o mais clara possível sobre o quanto o quadro abusivo do álcool é patológico e precisa de tratamento. Precisamos olhar para esse tema com muita atenção, que hoje se torna uma questão de saúde pública no mundo e no Brasil.

 

(*) Psicóloga, neuropsicóloga, psicodramatista, terapeuta sexual, palestrante, especialista em Brainspotting e EMDR..

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