MPC-DF investiga empresas de UTI citadas na Operação Drácon

BSB Capital 07/07/2017 às 17:44, Atualizado em 18/09/2017 às 21:09

Seis empresas foram beneficiadas com emendas de distritais

O Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPC-DF) divulgou, nesta sexta-feira (7), a análise do reconhecimento de dívidas das empresas que gerenciam unidades de terapia intensiva (UTIs) citadas na Operação Drácon. As dívidas foram reconhecidas no final do ano de 2015. Em alguns casos, quitadas quase imediatamente, o que pode configurar quebra da ordem cronológica de pagamentos.

 

Além disso, MPC-DF ainda encontrou irregularidades como: acréscimo de leitos acima do permitido pela Lei de Licitações; inexistência de relatórios em relação aos insumos cobrados individualmente para cada paciente, como medicamentos, gases e hemoderivados; e a falta de registro no Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGo).

Com as diligências concluídas, o órgão fiscalizador apresentou representações ao Tribunal de Contas do DF (TCDF).

Como resultado da Operação Drácon, o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), no último dia 16, ajuizou ação de improbidade administrativa contra os deputados distritais: Celina Leão, Cristiano Araújo, Júlio César, Raimundo Ribeiro e Bispo Renato, além do ex-secretário-geral da Câmara Legislativa, Valério Neves, o ex-secretário executivo da Terceira Secretaria, Alexandre Braga, e o ex-diretor do Fundo de Saúde do DF, Ricardo dos Santos.

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