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Política

Eleições: Como evitar a debacle candanga

  • Chico Sant'Anna
  • 20/07/2022
  • 09:00

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Políticos candidatos ao GDF. Foto: Reprodução do Blog Brasília por Chico Sant´Anna

Foto: Reprodução do Blog Brasília, por Chico Sant´Anna

Chico Sant’Anna

A pesquisa do instituto Quaest, publicada pelo Correio Braziliense no último fim de semana, traz para os partidos de centro-esquerda o pior cenário na disputa pelo Palácio do Buriti. Ela revela a potencial ausência desses partidos num virtual segundo turno.

Pelo levantamento, o governador Ibaneis Rocha (MDB) e o ex-governador cassado José Roberto Arruda (PL) disputariam a preferência final dos eleitores.  A pesquisa é arrasadora também para candidatos de centro: Reguffe (UniãoBR), Leila do Vôlei (PDT) e Izalci Lucas (PSDB).

Mas o mais importante que a pesquisa revela é que há um caminho que os opositores de Ibaneis e Arruda podem trilhar, se não desejarem assistir o segundo turno da arquibancada: a união.

Fenômeno inédito

A chegada de dois candidatos de direita ao segundo turno seria um fenômeno inédito no DF. Historicamente, o PT sempre polarizou com algum outro candidato. Foi assim contra Joaquim Roriz. Nas duas últimas eleições, os partidos progressistas foram representados por Rodrigo Rollemberg (PSB).

Em um dos cenários estimulados da Quaest, Ibaneis e Arruda somam 28% e 25%, respectivamente. Em seguida aparecem Reguffe (11%), Leila (9%), Izalci (5%), Leandro Grass (4%), Rafael Parente (2%) e Keka do Psol (1%). Ainda há 15% de indecisos ou que pretendem anular o voto.

Uma frente semelhante à que elegeu Cristovam Buarque em 1994 poderia mudar o cenário. Naquele ano, no segundo turno, Cristovam reuniu, além do PT, o PCdoB, PCB, PSTU, PSB, PPS, PV, PDT e o PSDB, liderado por Maria Abadia. A frente elegeu também o professor Lauro Campos (PT) para o Senado.

Leia a matéria completa no blog Brasília, por Chico Sant´Anna

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