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Artigo

Desenvolvimento e comportamento na infância

  • Caroline Romeiro
  • 17/02/2017
  • 11:37

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Algumas condutas têm me chamado a atenção nos últimos anos em relação ao desenvolvimento e ao comportamento infantil. Condutas muitas vezes contrárias a tudo que estamos observando em estudos científicos. Um exemplo disso refere-se à prática de exercício físico na infância.

Cada vez mais temos crianças sedentárias, os efeitos disso na população que observamos na rua com frequência e o aumento da obesidade infantil. Mas não é apenas isso (o que já pode ser considerado muita coisa, na verdade), pois por trás desse quadro temos crianças doentes, com colesterol alto, formação precoce de placas de ateroma e fígado gorduroso.

Há também algo frequentemente observado em ambiente escolar, que é o baixo rendimento na escola, e a falta de foco e atenção. Tudo isso pode ter relação com o estado nutricional dessas crianças que compromete todo o processo de desenvolvimento.

Incrivelmente, a educação física não é mais obrigatória na grade curricular de crianças até dez anos. Dessa forma fica cada vez mais difícil despertar o interesse das crianças e depois de adolescentes e adultos, pela prática regular de exercícios.

Inclusive, os estudos têm mostrado que crianças que brincam de forma ativa antes e nos intervalos das aulas apresentam maior foco e melhor desempenho escolar. Áreas cerebrais relacionadas à memória são ativadas durante as brincadeiras e jogos.

Uma outra crítica, que merece nossa reflexão, está relacionada às metodologias de ensino utilizadas nas nossas escolas. O modelo tradicional de ensino, em que o professor detém o conhecimento e está lá na frente, mostrando certa distância dos estudantes, muitas vezes não desperta interesse em algumas crianças.

Se para nós, adultos, é difícil ter foco e atenção durante cinco horas seguidas de aula, imagine para as crianças! Elas precisam se movimentar, gastar energia. Isso melhora o aprendizado. Muitas crianças têm sido taxadas com déficit de atenção e, com isso, medicadas. Será que o problema está nas nossas crianças? Vale a reflexão…

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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