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Economia, Geral

CNI: Crescimento da indústria após tarifaço dos EUA deve ser menor

  • Redação
  • 19/08/2025
  • 11:45

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Foto: Agência Brasil/EBC

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu de 2% para 1,7% a estimativa de crescimento da indústria brasileira em 2025. Um dos principais motivos para a queda, segundo a entidade, é o tarifaço de 50% imposto por Donald Trump, que pode cortar mais de US$ 5 bilhões das exportações do Brasil somente este ano — a projeção era de US$ 341,9 bilhões. Com isso, a estimativa é que o superávit comercial caia 14% em relação a 2024, chegando a US$ 56,6 bilhões.

O diretor de economia da CNI, Mário Sérgio Telles, explicou que se o tarifaço continuar, as empresas vão perder cada vez mais a capacidade de produção e os problemas serão acumulados, aumentando o impacto para 2026.

“O governo fez medidas compensatórias interessantes, mas o importante é que essas tarifas precisam ser reduzidas. As medidas vão dar um fôlego para as empresas, mas não são capazes de substituir o mercado americano para um número muito grande de empresas e setores”, pontuou.

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Entre os setores, a indústria de transformação deve crescer apenas 1,5% em 2025, após alta de 3,8% no ano passado. A construção deve avançar 2,2%, puxada pelo Minha Casa, Minha Vida, e a indústria extrativa 2%, impulsionada pelo petróleo. Já os serviços devem ter expansão de 1,8%.

Apesar das quedas, a CNI manteve em 2,3% a projeção para o PIB nacional, sustentada pela agropecuária, cuja alta prevista subiu de 5,5% para 7,9%, e pelo mercado de trabalho aquecido.

“Nesse cenário, a projeção para o PIB não mudou porque a safra agrícola foi maior do que imaginávamos e o mercado de trabalho continua bastante aquecido, mas a composição do crescimento não é tão positiva”, pontua Mário Sérgio Telles.

O governo brasileiro reagiu ao tarifaço de Donald Trump, que entrou em vigor neste mês. Em documento enviado ao Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), o Brasil afirmou que não há base jurídica para as sanções e pediu que Washington reconsidere a investigação sobre supostas “práticas desleais” comerciais brasileiras.

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