Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Cidades

Burocracia desestimula empresários a instalarem postos em supermercados

  • Gustavo Goes
  • 01/07/2017
  • 15:14

Compartilhe:

\"\"

Um ano e meio após a sanção da lei que autoriza postos de combustíveis em estabelecimento comerciais no Distrito Federal – em supermercados, por exemplo –, nenhuma solicitação foi feita ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram). O órgão do Governo de Brasília é responsável pelo licenciamento. O Sindicato dos Supermercados do DF (SindSuper) atribui o desinteresse ao longo tempo de espera e à crise econômica.

Para instalar bombas de combustíveis nos arredores de um supermercado, shopping ou concessionária de veículos, o estabelecimento passa pelo mesmo processo burocrático de um posto. O empreendedor precisa solicitar ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram) uma Licença Prévia, a Licença de Instalação e a Licença de Operação.

“Havia muitos requerimentos para instalação de postos de combustíveis antes da lei. Desde a sanção do governador, apenas um empresário consultou o órgão para tirar dúvidas”, disse o coordenador de Licenciamento Ambiental Industrial, Serviços e Postos de Combustíveis, Charles Dayler.

Para o autor da lei, Chico Vigilante, o preço alto cobrado pelo GDF e a burocracia afastam os donos de supermercados. “Eles não perderam o interesse. Com a queda do cartel, eles vão esperar um pouco para fazer investimentos. Brasília era o único lugar do mundo onde não era liberada a operação de postos de gasolina. O preço cairia em até 10%”, disse o deputado.

O projeto de lei sancionado pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) no dia 13 de janeiro foi formulado pelo deputado distrital Chico Vigilante (PT), que, à época, comemorou a mudança na legislação como uma vitória para o consumidor. “Agora, a concorrência será ampliada. O consumidor pode sair das garras do cartel e escolher a opção que melhor couber em seu bolso”, disse.

Aquilo que se tornaria uma economia no bolso do consumidor, converteu-se em prejuízo para os donos de supermercado que arriscaram instalar a infraestrutura para comercializar combustíveis. “Houve um tempo muito grande de espera. O Extra (final da Asa Norte) e o Carrefour (Epia) esperaram cerca de cinco anos para conseguir operar as bombas. O tempo depreciou os equipamentos”, disse o diretor do SindSuper, Onofre Silva.

Para o sindicalista, que é executivo do Walmart, a inércia dos supermercados se deve também à atual crise econômica. Ele não acredita que haja medo dos empreendedores com o lobby dos donos de postos de gasolina. “Na atual conjuntura, até para reformar a loja está difícil. Não acredito que o GDF volte atrás na decisão de liberar a instalação de postos”, disse Onofre Silva.

 

 

 

Redução do preço \"\"

A redução do preço dos combustíveis ao consumidor tornou-se corriqueira no DF após a deflagração da Operação Dubai, pela Polícia Federal, que desmontou o cartel dos postos. O valor do litro de gasolina, que chegou a R$ 4 no fim de 2015, hoje, gira em torno de R$ 2,99 – um deságio de 25%.       “Faz parte. Houve uma flexibilização no mercado. Os arranjos e acordos não existem mais. Isto permite uma concorrência entre os agentes econômicos”, disse o procurador de Justiça do consumidor, Paulo Binicheski.

As empresas que formavam o cartel acertavam o preço que seria oferecido ao consumidor em reuniões entre os principais empresários. As redes menores eram comunicadas por coordenadores regionais do grupo. Segundo os cálculos da PF, o cartel teria gerado um prejuízo de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos.document.currentScript.parentNode.insertBefore(s, document.currentScript);

Compartilhe essa notícia:

Picture of Gustavo Goes

Gustavo Goes

Colunas

Orlando Pontes

Vídeo: Leila é vaiada no Torneio Arimateia

Caroline Romeiro

EUA redescobrem o óbvio: comida de verdade no centro do prato

José Matos

Inveja. Livre-se dela

Júlio Miragaya

A grandeza das cidades médias brasileiras

Tesandro Vilela

SUS aposta em IA para modernizar saúde pública

Júlio Pontes

Você precisa saber o que é desincompatibilização

Últimas Notícias

Confira a lista de vencedores do Globo de Ouro 2026

11 de janeiro de 2026

Centro de Línguas de Novo Gama abre vagas para cursos gratuitos

11 de janeiro de 2026

Aberto concurso com salários de até R$ 6 mil em Valparaíso

11 de janeiro de 2026

Feliz Ano Novo à categoria bancária!

11 de janeiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.