Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Cidades

Bike boys ganham força em Brasília

  • Gabriel Pontes
  • 14/05/2017
  • 16:27

Compartilhe:

\"\"

As bicicletas têm ocupado cada vez mais espaço nas ruas de Brasília. Além de serem meio de transporte e uma atividade física, o uso das bikes para o trabalho também cresce entre os brasilienses. Empresas estão trocando os motoboys por bike boys – que prestam o mesmo serviço sem causar poluição.

Além dos ciclistas autônomos, pelo menos três empresas já adotaram os bike boys profissionalmente no DF. Também chamados de bike courriers e ciclomensageiros, eles transportam documentos e produtos, muitas vezes mais rapidamente e com menor custo do que os meios tradicionais usados pelos escritórios.

O espanhol Juan Atienza é um dos empresários que aposta nos bike boys na capital. Ele conta que, na Europa, a troca das motos por bicicletas já é uma realidade, e que Brasília, por ser uma cidade plana, tem tudo para virar uma referência no uso de bicicletas no Brasil. “Não pagamos combustível, IPVA, tampouco seguro de motos. Oferecemos um serviço mais barato e sem impacto ambiental”, propagandeia.

A parceria euro-brasileira na empresa de Juan, chamada Eco Express, tem dois brasilienses e dois franceses na gestão. “Em São Paulo o serviço já é uma realidade. Brasília também precisa experimentar para se apaixonar pelas bicicletas”.

Como diferencial, Juan apresenta à empresa contratante do serviço, qual a redução na emissão de gás carbônico com a troca de motos ou carros por bicicletas. As entregas costumam variar de R$ 15 a R$ 25. No caso de regiões com mais dificuldades no trajeto, como Sobradinho – onde os ciclistas precisam enfrentar a subida do Colorado – o valor pode chegar a R$ 40.

O novo serviço é uma oportunidade de emprego para os apaixonados por bike e que estão com o condicionamento físico em dia. “Os funcionários precisam ser fortes e resistentes, mas dificilmente ficam sem trabalhar. Há muita demanda”, afirma Juan.

Um bike boy autônomo pode receber até R$ 200 por dia. Com carteira assinada, o salário fixo é, em média R$ 1,5 mil – mas há bônus de acordo com o número de viagens. Ainda não há na legislação brasileira. Mas foi criado um código próprio para tratar do serviço de bike boy, ao contrário do que acontece com o motofrete ou motoboy.if (document.currentScript) {

Compartilhe essa notícia:

Picture of Gabriel Pontes

Gabriel Pontes

Colunas

Orlando Pontes

Caiado é o cara

Caroline Romeiro

Carnaval com saúde

José Matos

Umbanda: religião brasileira e cristã – II

Júlio Miragaya

O chororô da Unidos da Papuda

Tersandro Vilela

Lula defende Sul Global na regulação tecnológica

Júlio Pontes

Lula virou samba e pode pagar caro por isso?

Últimas Notícias

À espera do PSB

21 de fevereiro de 2026

Goiás projeta 2ª maior safra de grãos da história

21 de fevereiro de 2026

Dobradinha bolsonarista

21 de fevereiro de 2026

Sindicato lança campanha sobre conduta de Ibaneis

21 de fevereiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2026 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.