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Brasil, Geral

As várias faces da fome

  • Sindicato dos Professores do DF
  • 30/09/2021
  • 15:38

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Fome. Palavra abstrata que em milhões de brasileiros se concretiza na barriga vazia. Fome é a consequência da falta de comida. E comida falta porque também falta dinheiro para comprá-la. 

Essa dura realidade recebe o nome pomposo de “insegurança alimentar”. O nome é bonito. Mas a sua concretização dói

No dia 23 de setembro, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) ocupou a Bolsa de Valores de São Paulo. O MTST foi à Bovespa para gritar que a única ação que o povo tem na carteira é a ação direta. 

A ação foi um protesto contra a carestia e contra a fome provocadas pela política econômica aplicada pelo ministro Paulo Guedes e pelo presidente Jair Bolsonaro. 

No Instagram, o MTST fala que “os lucros recordes dos bancos, o aumento das grandes fortunas e o surgimento de 42 novos bilionários ocorrem no mesmo Brasil onde a insegurança alimentar atinge mais de 116 milhões de pessoas e a fome já é uma realidade para mais de 19 milhões de brasileiros”.

Isto precisa acabar!

Fome, carestia, desemprego, pobres mais pobres e ricos mais ricos são algumas faces do legado dos primeiros mil dias de governo Bolsonaro. 

A realidade da insegurança alimentar (nome pomposo para a falta de dinheiro para comprar comida, ou simplesmente fome) se traduz de muitas maneiras.

Na nossa categoria de professores, ela adquire formas desalentadoras: aluno que não consegue prestar atenção à aula; aluno com dificuldades de concentração; aluno que vai para a escola só para comer; aluno que desmaia porque não se alimentou.

É contra tudo isso que no sábado, dia 2 de outubro, todos vamos às ruas para exigir:

Fora Bolsonaro!

**Este é um artigo de opinião. A visão do autor não necessariamente expressa a linha editorial do jornal Brasília Capital

Leia mais textos do Sinpro-DF

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