José Matos
“A única coisa certa é que o homem não aprende”. A frase é do Mestre George Gurdieff, na década de 1930. Agora, como há quase 100 anos, as condições para uma guerra mundial estão lançadas. Os pregadores do ódio, inocentes úteis das indústrias bélicas, repetem o refrão: “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”.
Neste momento, temos em atividade mais de 60 guerras no Planeta. Os senhores da guerra, sentados em suas cadeiras luxuosas, em confortáveis salas com ar-condicionado, não se incomodam com a quantidade de viúvas, crianças órfãs vítimas da estupidez humana e destruição do patrimônio natural.
É com base na estupidez humana que o governo oculto do mundo (Jesus e seus ministros) anuncia as profecias e o Apocalipse. O objetivo é que o homem reflita e elas não aconteçam. O próprio Jesus enunciou: “E ouvireis falar de guerras e de rumores de guerra, mas ainda não será o fim. E haverá fome, peste e guerra como nunca houve na face da Terra”.
Posteriormente, por meio do Apóstolo João Evangelista, usado como médium, tornou conhecido o Apocalipse, da forma como nós o conhecemos. Quando a humanidade se prepara para a guerra, a única maneira de ela não acontecer é havendo intervenção divina por meio de uma epidemia mundial para mudar a psicosfera do planeta.
Houve, recentemente, a epidemia da covid-19. Mas o homem pouco se modificou. No futuro, será o apocalipse de João com posterior exclusão do planeta daqueles que não querem viver com ética e solidariedade.
O apocalipse, segundo alguns Mestres da Espiritualidade, virá em quatro etapas. A primeira delas já aconteceu: a covid. A segunda será pela natureza: secas, inundações, vulcões voltando à atividade, terremotos e tsunamis. A terceira será por meio de uma nova epidemia e a quarta virá pelo próprio homem, por meio de uma guerra concentrada principalmente na Europa.
Finalmente, restando apenas um terço da humanidade, em comparação ao número de habitantes existente hoje na Terra, viveremos em paz. O profeta João Evangelista referiu-se assim no Apocalipse: “Aí, eu vi um novo Céu e uma nova Terra”.
Chico Xavier costumava dizer: “Jesus não quer muito de nós. Só quer que nos amemos uns aos outros”. Martin Luther King, lutando pelos direitos dos negros americanos, repetia: “Aprendemos a voar como os pássaros e a nadar como os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos”.
Então, a dor virá!