Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Economia

Calma classe média alta! O Leão veio manso

  • Júlio Miragaya
  • 10/08/2025
  • 12:00

Compartilhe:

Foto: Reprodução

Júlio Miragaya (*)

A classe média brasileira deve se acalmar diante da proposta do governo de taxar os rendimentos anuais acima de R$ 600.000 (R$ 50.000 mensais). De acordo com o relator do projeto, o deputado Arthur Lira (PP-AL), o Leão veio bem manso. Pela nova tributação, o Imposto de Renda Pessoa Física Mínimo (IRPFM) incidirá essencialmente sobre lucros e dividendos distribuídos à Pessoa Física. Dessa forma, os assalariados com carteira assinada, independentemente do nível salarial, estarão fora desse novo tributo, até porque já são tributados muito acima da alíquota proposta de no máximo 10%. 

Enquanto a alíquota efetiva média dos assalariados com carteira, mesmo os com rendimentos muito, mas muito abaixo de R$ 50.000 mensais, oscila de 15% a 20%, a desses que não são tributados na fonte gira em torno de 2,5%, em função da isenção para rendimentos decorrentes de lucros e dividendos. 

No relatório de Lira a alíquota máxima para a faixa de rendimento anual entre R$ 600.000 e R$ 750.000 será de apenas 2,5%, aumentando progressivamente até 10% para quem estiver na faixa de rendimento anual entre R$ 1.050.000 e R$ 1.200.000. E é máxima, ou seja, se nessa faixa já recolhe, por exemplo, 6%, recolherá mais 4% até atingir os 10%.

Se é louvável que o Leão passe a poupar os assalariados com rendimento mensal de até R$ 5.000 e reduza o tributo dos que têm rendimentos entre R$ 5.000 e R$ 7.300, beneficiando milhões de contribuintes, bem que ele poderia ser um pouquinho mais implacável com a turma de rendimentos acima de R$ 50.000 mensais. Por enquanto, sua ferocidade continua sendo com aquela vasta turma da classe média baixa e a chamada classe média “média”, com rendimentos mensais entre R$ 7.300 e R$ R$ 25.000.

(*) Doutor em Desenvolvimento Econômico Sustentável, ex-presidente da Codeplan (atual IPEDF) e do Conselho Federal de Economia

Compartilhe essa notícia:

Picture of Júlio Miragaya

Júlio Miragaya

Doutor em Desenvolvimento Econômico Sustentável, ex-presidente da Codeplan e do Conselho Federal de Economia

Colunas

Orlando Pontes

Vídeo: Leila é vaiada no Torneio Arimateia

Caroline Romeiro

Reflexões para 2026: o direito à alimentação adequada

José Matos

Causos do outro mundo

Júlio Miragaya

A grandeza das cidades médias brasileiras

Tesandro Vilela

SUS aposta em IA para modernizar saúde pública

Júlio Pontes

Veja o desempenho dos pré-candidatos ao GDF no Instagram em 2025

Últimas Notícias

Do meme à pista de dança: veja o que fazer no DF de 9 a 11 de janeiro

9 de janeiro de 2026

GDF quer incluir Mounjaro em tratamento do SUS

9 de janeiro de 2026

Estão abertas as inscrições para cursos de tecnologia em Ceilândia

9 de janeiro de 2026

Banco Master engaja e o povo paga a conta

9 de janeiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.