Júlio Miragaya

Pátria usurpada, Brasil!

Bolsonaro privatiza e desnacionaliza bens públicos, rouba direitos históricos e joga milhões na miséria. Enfim, está destruindo o Brasil

Terceira via abusa da Regra Três

Já foram substituídos Jereissati, Datena, Huck e hoje estão em campo Dória, Leite, Moro, Pacheco, Mandetta, D’Ávila, Tebet, Vieira e até Ciro

Ogronegócio

O Brasil se transformou num imenso campo de soja, milho e cana para exportação, alimentação de gado ou produção de etanol

Zaralho!

Jargão usado entre militares para retratar uma situação de bagunça generalizada, cai como uma luva para as duas situações em que militares governaram o Brasil (na ditadura e atualmente)

Cavalgada Fiscal

Nada mais apropriado que tratar assim as manobras orçamentárias, em se tratando dos recursos envolvidos e de terem vindo de um governo que reverencia os quadrúpedes em seus atos e discursos e que tanto preza em “passar a boiada”

A nossa bandeira sempre será vermelha

Embora provocador, o título do artigo não é destituído de propósito. Afinal, Brasil vem de pau brasil, nome dado pelos portugueses a uma árvore muito comum em nosso litoral

Bolsonóquio: um patife em Nova York

Diante do destrambelhado e vexatório discurso na sede da ONU, fica a dúvida se Bolsonaro é louco, cínico, vive num mundo paralelo ou é tudo isso

Canalhas!

Esta é a descrição do próprio Bolsonaro por aqueles que o cercam e de grande parte dos “homens de bem” que compõem sua base social

Você sabe o que é caviar?

Após o circo do 7 de setembro, Brasil volta à realidade de 600 mil mortos pela negligência de Bolsonaro no combate à covid, 20 milhões de desempregados e de 42 novos bilionários

Afeganistão: mais um jogado no caos

Aos países que a ele não se curvam, o imperialismo promove um implacável boicote econômico (Cuba, Irã e Venezuela), ou fomentam a guerra civil (Líbia, Síria e Iêmen), criando o caos econômico, social e político

Afeganistão: mais um jogado no caos

Aos países que a ele não se curvam, o imperialismo promove um implacável boicote econômico (Cuba, Irã e Venezuela), ou fomentam a guerra civil (Líbia, Síria e Iêmen), criando o caos econômico, social e político

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