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Política

Renan Calheiros acusa Ministério Público de \”fazer política\”

  • Redação
  • 13/12/2016
  • 11:10

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Renan Calheiros: \”Quando você faz política, você perde a condição definitivamente de ser o fiscal

                                                                    da lei”

                                                   Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça-feira (13) que o Ministério Público Federal (MPF) “passou a fazer política”. Renan também fez críticas ao procurador-geral da República e a procuradores que fazem parte da força-tarefa da Lava Jato.

As declarações foram dadas após Renan ter sido questionado sobre os relatos do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que afirmou no acordo de delação premiada que o presidente do Senado e outros senadores do PMDB receberam propina em troca de posicionamentos favoráveis à empreiteira em votações de projetos.

Rejeitados

“O Ministério Público infelizmente passou a fazer política. Só política. Quando você faz política, você perde a condição definitivamente de ser o fiscal da lei”, afirmou Renan ao chegar ao Senado, pouco antes de abrir a sessão para votar o segundo turno da PEC do teto dos gastos públicos.

O presidente do Senado afirmou ainda que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, escalou para a força-tarefa da Lava Jato três membros do Ministério Público rejeitados em sabatinas do Senado para ocupar cargos no Conselho Nacional do Ministério Público e no Conselho Nacional de Justiça. Para Renan, isso mostra \”o que Janot está querendo fazer com o Senado\”.

Consequências

“Depois que o procurador Janot colocou na força-tarefa três membros do MP rejeitados pelo Senado para o Conselho Nacional do Ministério Público e do Conselho Nacional de Justiça, isso por si só já demonstra o que ele está querendo fazer com o Senado. De modo que as condições coercitivas, as buscas e apreensões, o pedido de prisão, a prisão da polícia, a usurpação de competência, tudo é decorrente do fato do procurador-geral da República ter colocado como membros da força-tarefa três pessoas rejeitadas pelo Senado”, argumentou Renan.

Renan também criticou o vazamento de delações premiadas e argumentou que, na visão dele, é um absurdo ter o nome citado porque \”alguém interpretou que alguém falaria em seu nome\”. Ao Ministério Público Federal, o ex-executivo da Odebrecht disse que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) falava em nome de Renan e repartia com ele o dinheiro da Odebrecht. O delator afirmou que passou cerca de R$ 22 milhões ao grupo de Jucá.
 
Tranquilidade

“Você ter o nome citado porque alguém interpretou que alguém falaria em seu nome, isso é um absurdo. Isso só serve para alimentar um noticiário e para permitir um pré-julgamento das pessoas”, criticou Renan.

O senador disse ainda que “está tranquilo” com relação as acusações que pesam contra ele e afirmou que o teor das delações deve ser tornado público para que “o país acompanhe com dados, contra-argumentos, e fatos”.

 

Discussão

Após falar com os jornalistas, Renan abriu a sessão para votar o segundo turno da PEC do teto dos gastos e, logo no início dos trabalhos, se envolveu em uma discussão com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

Começou quando Lindbergh reclamou, no microfone, de Renan ter feito três sessões em um só dia na semana passada para poder cumprir o intervalo após o primeiro turno e votar o segundo turno da PEC já nesta terça, dia inicialmente previsto pela base do governo. A PEC é uma das principais apostas da gestão Temer para conter o rombo nas contas públicas.

Renan respondeu o senador petista. \”Eu não queimaria minha biografia atropelando calendário\”, afirmou o presidente da Casa. Lindbergh continuou acusando Renan de ter acelerado as sessões e restringido a discussão do texto no plenário para cumprir o prazo desejado pelo governo.

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