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Sem categoria

Vamos falar de aleitamento materno?

  • Caroline Romeiro
  • 08/11/2015
  • 09:55

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Adoro escrever sobre as notícias e polêmicas que aparecem na mídia e nas redes sociais. O destaque da semana foi, mais uma vez, a amamentação. É uma recomendação da Organização Mundial de Saúde, do Ministério da Saúde e é consenso entre os pesquisadores da área que o leite materno é o melhor alimento para os bebês. A recomendação é de aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e de forma complementar até, no mínimo, dois anos de idade.

Indice
Lugar de nutricionista também é na escolaA Nutrição divulgada por quem não é especialistaAlimentação materna e a saúde do bebê

Traduzindo essa recomendação para os que não a conseguem entender, quer dizer que, após a introdução de alimentos, que deve ocorrer preferencialmente após o sexto mês de vida, as crianças não têm tempo definido para parar de mamar. Portanto, se você encontrar uma criança com dois ou três anos mamando em sua mãe, não se espante e nem faça comentários desnecessários, pois não há nada de errado com elas. Muito pelo contrário, elas estão seguindo as recomendações de especialistas que garantem que isso melhorará a saúde dessas crianças, com redução de riscos de alergias e melhora da imunidade.

Os especialistas não falam em tempo para parar a amamentação. Significa dizer que esse tempo é definido pela mãe e pela criança. Sabe a lei da natureza? Respeitar o tempo de cada um é o mais importante.

Ao falar sobre esse tema gostaria de convidar todos a refletir sobre o respeito ao próximo, e sem extremismos, pois aqui não estou depreciando quem não seguiu essas recomendações. Afinal, cada um tem seu tempo e sua vida. Quero apenas defender aquelas mães e crianças que são criticadas quando estão apenas seguindo o fluxo natural das coisas, sem ceder à pressão da indústria ou da sociedade preconceituosa em que vivemos.

 


Lugar de nutricionista também é na escola


A Nutrição divulgada por quem não é especialista


Alimentação materna e a saúde do bebê


 

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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