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Educação

Uma luz no fim do túnel da educação

  • Walberto Maciel
  • 22/01/2024
  • 07:00

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Nos últimos 20 anos, a educação do Brasil experimentou pequenos avanços, mas nada que a fizesse dar um salto no cenário mundial ou mesmo latino-americano. Nesse período, o investimento cresceu. Hoje o País aplica 6,6% do Produto Interno Bruto (PIB) na área – a Organização das Nações Unidas (ONU) preconiza que esse investimento chegue 10%, que deixaria o Brasil mais perto da média aplicada por países desenvolvidos.

Mas, se o investimento vem crescendo desde 1996, por que o Brasil continua nos últimos lugares no ranking dos testes de avaliação do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa)? E com indicadores de desempenho ruins nas avaliações nacionais, como no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)?

As respostas para essas perguntas explicam, mas não justificam. Apenas mostram o quanto o Brasil tem potencial, que geralmente é prejudicado pela ação política. Para se ter uma ideia, em 1970 o País tinha 48% dos estudantes de 4 a 17 anos na escola. Em 2024, esse percentual está em 94,2%. Mesmo assim, segundo o Ministério da Educação, 2,5 milhões de crianças nessa faixa etária ainda estão fora das salas de aula.

Em 2020, o País perdia praticamente metade do que aplica hoje em educação para a evasão escolar. Ou seja, mais de R$ 214 bilhões jogados no lixo. Isso representa 3% do PIB e 70% do investimento do governo federal, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal em educação básica por ano.

O Estado perde, toda a sociedade perde. Porém, o maior prejudicado é o aluno que deixa a escola, porque terá muito menos oportunidade. São pessoas que viverão menos, terão emprego de baixa qualidade e renda menor. E estarão mais expostas à violência.

Desenhando o futuro

Claudia Costin – Foto:Divulgação

Preocupados com esta situação que está desenhada para o futuro do Brasil e da educação, preconizada pelas políticas públicas atuais, o ex-secretário de educação do Distrito Federal, Rafael Parente, e a ex-ministra de administração e ex-secretária municipal de educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin, resolveram, literalmente, dar um Salto.

Rafael Parente – Foto:Divulgação_PSB

Eles criaram uma entidade, sem fins lucrativos, cuja proposta é avançar naquilo que realmente deve ser feito pela educação brasileira nos próximos anos. O Salto pretende dar escalas às políticas públicas e a iniciativas bem-sucedidas. “Existem boas práticas no Brasil, mas elas precisam de ajuda para serem escaladas,” afirma Costin.

O instituto posiciona-se como um acelerador de projetos educacionais e lançou recentemente o seu primeiro e-book com estratégias para escalar as boas estratégias na área.

Para dar os primeiros passos rumo a melhorar os níveis de aprendizado dos estudantes brasileiros, o Salto recebeu R$ 2 milhões de apoio financeiro e espera quadruplicar esses recursos até o fim de 2024. Para isso, tem como mantenedores o Instituto Unibanco, a Fundação Lemann e o Movimento Bem Maior.

O embrião doSalto foi no Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. O centro, que era dirigido por Cláudia Costin, foi desativado recentemente depois de seis anos de vida.

Alguns de seus integrantes, como Rafael Parente, estão agora no novo instituto, que já de início fechou parceria com o Brookings Institution, um dos principais think tanks de políticas públicas dos Estados Unidos, colocando o novo instituto em contato com ferramentas de gestão de todo o mundo que serão adaptadas à realidade brasileira.

“O Brookings identificou que houve avanços na compreensão do processo de aprendizagem e de como transformar uma escola ou pequenos grupos de escolas. Mas transformações de sistemas inteiros de educação são grandes desafios no mundo todo”, explica Parente.

A premissa do Salto é que cada grupo onde serão aplicadas as ferramentas de aceleração e avanço deve ser direcionada de acordo com a realidade daquele grupo. “Se conversamos com educadores de Sobral (CE), percebemos um grande alinhamento. Por isso, cada célula ou laboratório deve prestar a atenção com quem está dialogando”, diz Cláudia Costin.

A educadora deixa claro que as ferramentas de escala que serão usadas no Rio Grande do Sul não são as mesmas adotadas para o avanço da educação no Acre ou em outras regiões do Brasil. “Duas coisas extremamente importantes são o desenvolvimento das capacidades técnicas locais de ensino, para que se faça uma boa implementação, e o desenvolvimento das lideranças em diversos níveis. É isso que dará a sustentação para as mudanças”, completa Parente.

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