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Ultraprocessados e depressão

  • Caroline Romeiro
  • 11/05/2025
  • 08:00

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Foto: Freepik

Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) revelou uma forte ligação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e o risco de desenvolver depressão. A pesquisa mostrou que pessoas que consomem uma alta quantidade desses produtos têm até 58% mais chances de sofrer com depressão persistente, em comparação com quem os consome em menor quantidade.

A pesquisa analisou mais de 14 mil pessoas em várias cidades brasileiras e concluiu que até mesmo quem nunca teve depressão pode desenvolver o problema se consumir muitos ultraprocessados. A alimentação pobre em nutrientes e rica em aditivos pode afetar o funcionamento do corpo, provocar inflamações e prejudicar a saúde do intestino, que está diretamente ligado ao cérebro e ao nosso bem-estar mental.

O QUE É? – Mas, afinal, o que são alimentos ultraprocessados? Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, são produtos fabricados pela indústria com muitos ingredientes como corantes, aromatizantes, conservantes e outras substâncias que fazem com que esses alimentos fiquem mais gostosos, durem mais e sejam mais fáceis de consumir. Exemplos comuns são refrigerantes, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, nuggets, embutidos (salsicha, presunto etc.) e comidas congeladas prontas.

A boa notícia é que pequenas mudanças no prato já fazem diferença. Substituir uma parte dos ultraprocessados por alimentos naturais ou minimamente processados — arroz, feijão, frutas, legumes e ovos, por exemplo — pode ajudar a reduzir o risco de depressão. 

Alimentar-se bem é uma forma poderosa de cuidar da saúde do corpo e da mente!

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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