Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Geral

Teleaulas excluem 120 mil estudantes da rede pública

  • Redação
  • 03/06/2020
  • 11:34

Compartilhe:

Foto: MCTIC/ Divulgação

Pelo menos 120 mil dos 460 mil estudantes da rede pública do Distrito Federal não têm acesso à Internet por tablete, computador ou celular. Os dados são de uma pesquisa feita pelo Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), de 23 a 31 de maio, com pais, mães e responsáveis por estudantes da rede pública e privada de ensino. A margem de erro é de 2%, para mais ou para menos, com índice de confiança de 98%.

O sindicato disponibilizou um questionário com 14 perguntas em seu site e 10 mil foram respondidos, sendo 1.110 da rede privada e 8.887, da rede pública. A conclusão do levantamento é de que 26,27% do público atendido nas escolas da Secretaria de Educação do DF não têm condições materiais de assistir e participar de cursos de Educação a Distância (EaD).

Ou seja, caso o Governo do Distrito Federal adote a EaD no período de pandemia, mais de 25% dos estudantes matriculados em escolas públicas ficarão excluídos do acesso à educação, simplesmente por não disporem de nenhum equipamento (celular, tablet, computador/notebook) para uso nas aulas nas plataformas digitais.

Em muitos lares, pais, mães e responsáveis até possuem celular, mas o usam como instrumento de trabalho. Normalmente são autônomos ou funcionários precarizados. Em outros casos, o telefone é o único aparelho eletrônico da família. A pesquisa também detectou situações como a falta de Internet na linha do celular capaz de sustentar o turno das aulas.

Cada questionário só podia ser respondido por um CPF verificado. Além disso, a pesquisa limitou o uso do IP (do inglês Internet Protocol) usado para acesso à pesquisa e usou um bloqueio de uso de robôs. 

Desigualdade – A pesquisa revela, também, a desigualdade social nas diferentes regiões do DF. Estudantes do Paranoá e de São Sebastião são os que têm menos acesso aos equipamentos necessários para acompanhar aulas a distância pela Internet.

“Nesses 3 meses de suspensão das aulas, a Secretaria de Educação tem tentado se organizar para uma volta às aulas por meio digital, mas a opção de não ter aulas presenciais como solução para o durante e o pós-pandemia deixará mais de 25% dos estudantes do DF num abandono educacional nunca antes visto na cidade”, afirma Cláudio Antunes, diretor do Sinpro-DF.

Teleaula – O levantamento do Sinproaponta, também, que 57,9% dos estudantes não assistiram as teleaulas disponibilizadaspela Secretaria de Educação do DF. Dos 460 mil matriculados, 265 mil não assistiram a nenhuma teleaula da programação da SEEDF.

Quando a pergunta envolvia a avaliação das teleaulas entre os que assistiram, 42,1% dos pais, mães e responsáveis, tiveram acesso à programação, mas 56% estão insatisfeitos e 19% declararam que os filhos não estão conseguindo acompanhar as teleaulas. Apenas 25% dos pesquisados declararam que estão satisfeitos com a alternativa de substituir as aulas presenciais por esse modelo de Educação a Distância (EaD).

O Sinpro-DF mostra que as teleaulas – primeira estratégia de retomada das aulas durante a pandemia de covid-19 – surgiram na programação de TV em canais pouco utilizados pela população e, em alguns casos, há relatos de falta do sinal. A pesquisa revelou que a maior rejeição às teleaulas ocorreu em Taguatinga e noNúcleo Bandeirante, onde o grau de insatisfação superou os 60%.  

Cláudio Antunes informa que a pesquisa do Sinpro foi realizada dois meses após a exibição das aulas da Secretaria de Educação pela TV. “Mesmo após esse período, 265 mil estudantes não assistiram a nenhuma teleaula. Portanto, a constatação é de que elas não estão sendo aproveitadas pela comunidade do DF”.  

O diretor explica que uma das hipóteses para a avaliação negativa pode ser o fato de os estudantes não estarem tendo aula com seus professores de classe. “A falta da interação humana entre professor da turma e estudante pode explicar parte do fracasso dessa estratégia. Por mais que se tente, não dá para substituir o professor por um computador, por um robô ou por uma televisão”.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF entende que o ano letivo de 2020 deve ter como foco as aulas presenciais, as quais devem ocorrer após a passagem do pico da pandemia. “Somente com aulas presenciais é possível uma interação direta do professor com todos os estudantes. É essa interação que oportuniza, de fato, neste momento de emergência, uma educação inclusiva”.

Compartilhe essa notícia:

Picture of Redação

Redação

Colunas

Orlando Pontes

Vídeo: Leila é vaiada no Torneio Arimateia

Caroline Romeiro

EUA redescobrem o óbvio: comida de verdade no centro do prato

José Matos

Inveja. Livre-se dela

Júlio Miragaya

A grandeza das cidades médias brasileiras

Tesandro Vilela

SUS aposta em IA para modernizar saúde pública

Júlio Pontes

Você precisa saber o que é desincompatibilização

Últimas Notícias

Gestão e governança, o novo prêmio de risco Brasil

12 de janeiro de 2026

Confira a lista de vencedores do Globo de Ouro 2026

11 de janeiro de 2026

Centro de Línguas de Novo Gama abre vagas para cursos gratuitos

11 de janeiro de 2026

Aberto concurso com salários de até R$ 6 mil em Valparaíso

11 de janeiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.