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Cidades, colaboradores

Sonhos não se negociam, se conquistam

  • Sindicato dos Professores do DF
  • 16/06/2025
  • 11:03

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Portrait of young boy with head to the sky and eyes closed on a clear day with blue sky and some white cloud

Quem tem sonhos sabe bem como é: está sempre alerta para defendê-los, e com muita disposição para correr atrás deles. Conosco, lutadores e lutadoras em defesa da educação pública de qualidade, não é diferente. 

Acreditamos que é preciso investir na educação do povo, porque ela é um dos melhores caminhos para a soberania nacional, para a igualdade de oportunidades, para o combate à violência e a construção de laços de solidariedade entre as pessoas.

É por isso que lutamos pela valorização da escola pública e pela garantia da qualidade na educação do nosso povo. Isso só se faz com profissionais bem formados, valorizados e disponham de estrutura adequada. 

De outro lado, há as concepções privatistas de educação, vinculadas a conceitos como meritocracia e individualismo. Elas se baseiam num entendimento de que as desigualdades imensas que nosso país guarda desde os tempos de colônia não são problema do Poder Público, e sim, de cada pessoa. Estes não querem que a educação seja um instrumento de emancipação, mas, sim, de manutenção de lugares sociais.

No Sinpro-DF, travamos essa batalha cotidianamente. Dialogamos nas escolas com as professoras, professores, orientadoras e os orientadores educacionais. Dialogamos também com a comunidade escolar. Construímos espaços de discussão, de formação. 

Formulamos estratégias, elaboramos materiais de apoio pedagógico e de debate. Dialogamos com os governos, com os parlamentos, com o Poder Judiciário. 

Diálogo é uma ferramenta fundamental de quem tem ideias a apresentar. Quando o diálogo é interditado, nós dispomos de ferramentas para pressionar. A greve é uma delas. E, segundo a Constituição Federal de 1988, greve é um instrumento legal. Legítimo.

O governo do DF, depois de interromper o diálogo e ser obrigado pela greve a retomá-lo, diz que nenhuma categoria terá reajuste em 2025. O objetivo é fazer a população pensar que é só disso que se trata. Se fosse apenas sobre isso, já seria justo o suficiente, ainda mais depois da promessa de campanha de que “professor devia ganhar que nem juiz”.

Mas os educadores e educadoras estão nas ruas dialogando com a população, que já entendeu que queremos ver nossa carreira valorizada por meio da reestruturação e com fortalecimento do vencimento.

Queremos que o GDF regularize o repasse do INSS dos professores em contrato temporário, que já foram muito prejudicados; queremos fortalecer a rede pública com nomeações e concurso público. 

Essas são as nossas reivindicações. Mas falta vontade política do governo, que mente para não admitir isso para a população. 

Nossos sonhos não cabem numa só proposta, em um só processo de negociação. Nós entendemos, ao mesmo tempo, que nosso caminho é longo e é preciso abastecer a caminhada com os bons frutos colhidos ao longo dela.

Como disse Leminski, “na luta de classes, todas as armas são boas: pedras, noites e poemas”.

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