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Cidades

Saúde do DF está em estado grave

  • Diva Araújo
  • 19/11/2022
  • 08:00

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Ambulâncias doadas ao DF pelo Ministério da Saúde estão paradas - Foto: Agência Saúde DF

Ambulâncias doadas ao DF pelo Ministério da Saúde estão paradas – Foto: Agência Saúde DF

Da Redação

A Saúde Pública no Distrito Federal está em estado grave. Quem procura atendimento nas unidades públicas da capital, além de lidar com os problemas de saúde que levam à busca por assistência, ainda precisa conviver, diariamente, com outras dificuldades, como, por exemplo, a falta de ambulâncias.

Esta situação poderia ser amenizada se 21 veículos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do DF, doadas pelo Ministério da Saúde, estivessem em operação. Mas elas nunca puderam circular por falta de pagamento do seguro.

Um funcionário do Samu, que prefere não se identificar, reclama da demora. “Recebemos as ambulâncias no início de outubro porque, atualmente, temos muitas baixas. Temos que entregar os plantões e ficamos devendo hora porque não tem ambulância para trabalharmos. Não temos manutenção dos veículos antigos e os novos estão parados. Já tivemos casos em que não conseguimos atender ao chamado por falta de ambulância”, afirma.

Atualmente, o DF conta com 38 ambulâncias do Samu, distribuídas entre as regiões, e duas unidades de suporte avançado destinadas aos atendimentos neonatal e de saúde mental. A Secretaria de Saúde informou que o processo de contratação de seguro está “finalizando”, mas não tem previsão para que os carros comecem a rodar. Enquanto as ambulâncias estão paradas por falta de manutenção e as novas não entram em operação, a população dispõe de uma frota com a seguinte configuração:

Região Central – 4 ambulâncias

Região Centro Sul – 4 ambulâncias

Região Leste – 2 ambulâncias

Região Sudoeste – 10 ambulâncias

Região Oeste – 6 ambulâncias

Região Sul – 5 ambulâncias

Região Norte – 5 ambulâncias

Falta de médicos no Samu

A cada sete dias, a equipe de médicos do Samu-DF presta 2.340 horas de serviço. No entanto, a carga necessária para o período seria 3.318 horas. As informações foram obtidas pelo portal Metrópoles via Lei de Acesso à Informação (LAI) e confirmadas pela Secretaria de Saúde.

No órgão, há 55 médicos lotados na Central de Regulação em Urgências e outros 44 nos sete Núcleos de Atendimento Pré-Hospitalar. Conforme informado pela LAI, de acordo com a população estimada do DF, preconiza-se o mínimo de cinco médicos reguladores no período noturno, em escala de plantão.

Covid-19

Outro fator preocupante é o aumento de casos de covid-19 no DF. Está suspensa a aplicação da vacina em crianças de 3 e 4 anos e em pessoas com mais de 40 anos, que precisam do segundo reforço. Em setembro, a Secretaria de Saúde descartou mais de 3 mil doses de Coronavac, único imunizante usado no público infantil, por falta de controle do prazo de validade.

Na quarta-feira (16), o Ministério Público (MPDFT) questionou o Ministério da Saúde e a SES-DF sobre a falta de vacinas contra a covid-19 em Brasília. A Subsecretaria de Vigilância Sanitária também deverá prestar esclarecimento sobre a falta do imunizante. Na segunda-feira (14), a Secretaria de Saúde deu início à vacinação de bebês de 6 meses e 3 anos.

O deputado distrital Leandro Grass (PV) enviou, nesta sexta-feira (18), à Secretaria de Saúde do Distrito Federal um ofício solicitando informações sobre as 21 ambulâncias doadas pelo Ministério da Saúde ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estariam paradas por falta de seguro.

No documento, Grass questiona sobre a previsão de regularização dos veículos e o processo de contratação da seguradora. O objetivo é saber quando as ambulâncias começarão a rodar e como será solucionada a demanda por atendimento. O ofício também questiona sobre a quantidade de ambulâncias em funcionamento e se os contratos de seguro e manutenção delas estão em dia.

Leandro Grass destaca que a demora do governo afeta pacientes da rede pública do DF. “As ambulâncias foram doadas em outubro e até o momento estão paradas devido à falta de seguro, o que por certo prejudica o atendimento à saúde, motivo pelo qual é fundamental que elas comecem a circular de forma breve”, argumenta.

Com informações do Metrópoles.

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