Rodoviários, garis, carteiros param e começam o dia de luta

bsbcapitalPor ,15/04/2015 às 13:40, Atualizado em 15/04/2015 às 13:40

Motoristas e cobradores, trabalhadores da limpeza urbana e carteiros das áreas de distribuição deram exemplo logo cedo e abriram o Dia Nacional de Luta e Paralisação convocado pela CUT cruzando os braços em Brasília. Segundo Rodrigo Britto, presidente da CUT Brasília, que acompanhou a mobilização desde as primeiras horas, os trabalhadores de Brasília estão dando …

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Motoristas e cobradores, trabalhadores da limpeza urbana e carteiros das áreas de distribuição deram exemplo logo cedo e abriram o Dia Nacional de Luta e Paralisação convocado pela CUT cruzando os braços em Brasília. Segundo Rodrigo Britto, presidente da CUT Brasília, que acompanhou a mobilização desde as primeiras horas, os trabalhadores de Brasília estão dando o seu recado contra os ladrões de direitos e todos que querem prejudicar os trabalhadores, seja com a PL 4330 da precarização do trabalho, com Medidas Provisórias ou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pró Rollemberg, que retiram benefícios e conquistas dos trabalhadores. Estamos dando o recado a todos que querem o retrocesso nesse país”.

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Mais de 10 mil rodoviários paralisaram o trabalho por mais de três horas, a partir das 4h da manhã. Marcos Junio, diretor do Sindicato dos Rodoviários no DF e da CUT Brasília foi claro na porta das garagens: “A paralisação tem como objetivo manifestar repúdio a tramitação do projeto de lei 4330 que traz grandes prejuízos aos trabalhadores. Esta será uma primeira manifestação da categoria que poderá realizar greve geral atendendo a convocação da Central Única dos Trabalhadores, com o objetivo  de exigir do Congresso Nacional discussão com a sociedade sobre o tema terceirização”.

A paralisação atingiu a todas as empresas do transporte coletivo do DF.

Centenas de trabalhadores da limpeza urbana também aderiram ao protesto. Eles cruzaram os braços diante da empresa Valor Ambiental, de onde não saíram caminhões de coleta nem ônibus de transporte dos garis para os pontos de trabalho. Os funcionários entenderam as mensagens dos diretores do Sindlurb, que ressaltaram a desgraça que o PL 4330 provocará aos já terceirizados, abrindo a possibilidade de maior precarização das condições salariais e de contrato.

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