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Cidades

Restrições: cultura paga o pato mais uma vez

  • Gabriel Pontes
  • 13/01/2022
  • 21:34

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Novamente o setor escolhido pelo Governo do Distrito Federal para dar uma resposta à sociedade sobre a alta na contaminação por covid-19 foi a cultura. Depois de um confuso decreto proibindo “eventos carnavalescos”, o GDF decidiu proibir a cobrança de ingressos em shows e eventos na cidade. Coube ao setor mais atingido pela pandemia novamente pagar pela “conscientização” pretendida pelo governo.

“A intenção é conscientizar as pessoas sobre a transmissibilidade da ômicron”, disse o governador em exercício Paco Britto. Seguem a todo vapor, na contramão desta conscientização: os ônibus lotados, rodoviárias, aeroporto, shoppings, restaurantes, casamentos, formaturas e todos os outros eventos que não cobram pela entrada. 

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A punição ao setor no DF segue o mesmo padrão de outros estados. Ao menos 12 unidades da federação anunciaram novas restrições. A maioria delas ligadas a eventos, bares e restaurantes. Ficam a mercê de decretos e demais medidas burocráticas: músicos, seguranças, técnicos de som, garçons, produtores, empresários, organizadores de eventos, dentre outros.

O deputado distrital Fábio Félix (Psol) foi uma das únicas autoridades a ponderar a situação destes profissionais no DF. “Precisamos de um plano emergencial para os trabalhadores da cultura”, afirmou. “O BRB vai ajudar só o Flamengo? O BRB não vai ajudar quem mais precisa neste momento?”, questiona o parlamentar.

Internações

Segundo o secretário de Saúde do DF, Manuel Pafiadache, não há necessidade de ampliar o número de leitos de UTI na capital. Ele observou que houve alta na procura por atendimento nas unidades da saúde, mas que esse crescimento não tem significado mais internações.

A taxa de transmissão do vírus chegou a 2,11 no Distrito Federal. Ou seja, a cada grupo de 100 pessoas infectadas pelo vírus, contamina 211 outras. Segundo o Ministério da Saúde, a nova cepa do vírus demanda assistências mais simples, principalmente no caso de pacientes que tomaram três doses da vacina. O risco de necessidade de cuidados intensivos é 75% menor do que no caso da delta, por exemplo.

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