Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Política Nacional

Reprise da proteção a Temer

  • zehum
  • 22/09/2017
  • 12:26

Compartilhe:

O governo e seus aliados estão mais uma vez mobilizados para impedir que a Câmara dos Deputados autorize o Supremo Tribunal Federal a investigar o presidente Michel Temer (PMDB), acusado de organização criminosa e obstrução da Justiça. A denúncia é da Procuradoria-Geral da República. O STF negou solicitação de Temer para que o pedido de autorização só fosse enviado ao Congresso Nacional quando os \”fatos gravíssimos\” que vieram à tona após a divulgação de uma gravação de conversa entre Joesley Batista e Ricardo Saud, fossem esclarecidos. Tais fatos motivaram a rescisão unilateral do acordo de colaboração premiada, por parte da PGR, e a ordem de prisão dos dois delatores. Por 10 votos a 1, em julgamento que durou dois dias e terminou na quinta-feira (21), o STF entendeu que o juízo político vem antes do juízo jurídico.

Pela segunda vez, num espaço de três meses, Temer usará toda a máquina do governo para impedir a investigação. Em nota, o Palácio do Planalto rechaçou as acusações. No início de agosto, a Câmara negou autorização para que ele fosse investigado pelo STF por corrupção passiva. O presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), diz que a votação sobre a segunda denúncia acontecerá em outubro. O dia, ele ainda não sabe. “Tem de esperar para ver quando o texto sai da Comissão de Constituição e Justiça. Dependendo do dia, pode votar antes ou depois do feriado (de 12 de outubro). Mas durante o mês de outubro certamente esta matéria estará resolvida”, afirmou.

Silêncio

Rodrigo Maia demonstrou contrariedade com o chamado “fogo amigo”. Na primeira votação, houve, por exemplo, boatos dentro da base aliada de que ele preparava-se para ocupar a Presidência da República. “Eu vou ficar bem distante desse assunto, não vou conversar com nenhum deputado, não vou emitir mais nenhuma opinião. Na primeira denúncia a minha opinião foi mal interpretada pelas pessoas que falam demais no Palácio (do Planalto). Então agora eles terão de mim o silêncio absoluto. Nenhuma opinião nem contra nem a favor”, disse.

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) aposta na maior fragmentação da base governista e no aumento do número de parlamentares favoráveis à investigação. “O nosso desafio é que o número de deputados a favor da denúncia chegue aos 342 votos necessários\”, afirmou Molon. A Constituição prevê que o presidente da República só pode ser processado pelo STF, em acusação por crime comum, após autorização da Câmara, por no mínimo dois terços (342) dos 513 deputados.

Rapidez

Em agosto, o plenário da Câmara negou  (houve 263 votos) a autorização ao STF para processar Temer por crime de corrupção passiva. O vice-líder da minoria, deputado Henrique Fontana (PT-RS), afirma que as provas contra Temer são bastante consistentes e acredita que a sociedade vai pressionar os parlamentares a votar pela aceitação da denúncia. “Vai ser uma vergonha um deputado, depois que ler a denúncia, votar para absolver Michel Temer. Vamos intensificar esse debate com a sociedade para que se amplie a pressão no sentido de que a denúncia seja acolhida\”, disse.

Já o vice-líder do governo, deputado Beto Mansur (PRB-SP), afirma que o governo tem votos suficientes para barrar a denúncia tanto na CCJ como quanto no plenário. Ele acha a nova denúncia muito mais fraca do que a primeira. \”Vamos dar agilidade e o plenário vai tomar uma decisão política para encerrar esse assunto, até porque ela é muito mais fraca do que a primeira\”, avaliou. Essa também é a opinião do vice-líder do PMDB, Carlos Marun (MS), que acredita na possibilidade de o trâmite deste novo processo ser mais rápido e não atrapalhar os trabalhos legislativos. Na primeira denúncia, houve liberação mais de R$ 4 bilhões para emendas parlamentares e negociação de cargos no governo para conseguir os votos que livraram Temer.

Compartilhe essa notícia:

Picture of zehum

zehum

Colunas

Orlando Pontes

Caiado é o cara

Caroline Romeiro

Carnaval com saúde

José Matos

Umbanda: religião brasileira e cristã – II

Júlio Miragaya

O chororô da Unidos da Papuda

Tersandro Vilela

Lula defende Sul Global na regulação tecnológica

Júlio Pontes

Lula virou samba e pode pagar caro por isso?

Últimas Notícias

À espera do PSB

21 de fevereiro de 2026

Goiás projeta 2ª maior safra de grãos da história

21 de fevereiro de 2026

Dobradinha bolsonarista

21 de fevereiro de 2026

Sindicato lança campanha sobre conduta de Ibaneis

21 de fevereiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2026 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.