Rapper ceilandense ganha prêmio como melhor intérprete do Hip Hop

bsbcapitalPor ,11/05/2015 às 15:07, Atualizado em 11/05/2015 às 15:07

Não é de hoje que a Ceilândia é conhecida como uma das capitais do Rap Nacional. A cidade é um celeiro de artistas reconhecidos no Brasil e o no mundo. O mais recente título que o rap levou à cidade foi com o rapper Japão, do grupo Viela 17, que ganhou o prêmio Profissionais da …

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Japão, do grupo Viela 17, já tem dez CDs gravados e vinte anos de carreira. Foto: Divulgação/ Facebook

Não é de hoje que a Ceilândia é conhecida como uma das capitais do Rap Nacional. A cidade é um celeiro de artistas reconhecidos no Brasil e o no mundo. O mais recente título que o rap levou à cidade foi com o rapper Japão, do grupo Viela 17, que ganhou o prêmio Profissionais da Música 2015 na categoria melhor intérprete de hip hop.

“Esse prêmio é uma grande conquista e representa toda a minha história através de Ceilândia, que está, mais uma vez, representada por um artista da cidade”, comemora Japão. O projeto musical intitulado Ceilândia G-Funk, traz, segundo o cantor, uma  mistura de ritmos e elementos no Rap, resgatando músicas autorais já lançadas em sua discografia, em versões inéditas, com mescla de soul music, rap e funk 70/80.

O repertório conta com músicas como: Lá no Morro, Assim Será (Vamos lá pro baile), Sem caô, sem simpatia, Ao seu serviço, Ah Tah, O alheio chora seu dono, É nóis por nóis, Ceilândia Resistência, É só tentar, 20 de 40, Quebrada Quente, Cadê Você?, Só curto o que é boom.

 

Histórico

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O cantor foi premiado como o melhor na categoria hip hop. Foto: Divulgação/ Facebook

O grupo Viela, um dos  mais importantes e representativos do Rap Nacional, nascido nas ruas de Ceilândia, no ano de 2000, através do rapper Japão, músico e idealizador do grupo. Viela 17 é um termo que faz referência à comunidade do líder do grupo – Expansão do Setor O – Ceilândia/DF.

O cantor Japão conta que procura manter no grupo características e releitura do rap da década de 1990, samples, batidas, programações e timbres sempre são pensados para manter a fidelidade ao segmento original.

“Viela 17 não é só marcado pelo rap tradicional, passa também por outras sonoridades, o que faz a periferia ter um trabalho diferenciado e de qualidade”, afirma o rapper.

Japão é rapper há quase duas décadas tem dez CDs, dez videoclipes e seis documentários. Ele também participou do premiado filme ceilandense O Canto da Ceilândia, do diretor Adirley Queiros, que ganhou o festival de cinema de Brasília em 2014 com o longa Branco Sai, Preto Fica, também gravado na Ceilândia.


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