Racismo e intolerância

mmPor ,16/11/2021 às 1:58, Atualizado em 16/11/2021 às 2:05

“Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos”

Luther King: “Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos”. Foto: Reprodução

O desconhecimento de si e do sentido da vida geram separação, racismo, intolerância, perseguições e guerras. As pessoas são diferentes, com necessidades e visões diferentes, e níveis de maturidade diferentes.

Você está aqui para aprender, agir com ética e solidariedade e crescer! A Terra é escola, e voltamos muitas vezes até nos tornarmos seres integrais: brancos, negros, pobres, ricos, sãos, feios, belos… até a libertação do Ir e Vir pelo Amor e Sabedoria, no entendimento do Mestre Emmanuel.

Se você quiser viver com compreensão, consciência e tolerância, saiba que a primeira pedra a ser removida é a do orgulho. Humanidade não rima com orgulho; rima com humildade, simplicidade, caridade. O orgulho, pai do racismo e da intolerância, fará você voltar tantas vezes quantas forem necessárias até tornar-se pleno de fraternidade.

Martin Luther King

Era baseado, intuitivamente, nesse entendimento, que Martin Luther King acreditava e chamava de sonho. “A bem aventurança não é algo a ser alcançado; nós nascemos com isto. Não a perdemos. Simplesmente ficamos de costas para nós mesmos”, ensinava Mestre Osho.

“Um homem simples, transformando a si mesmo, torna-se um desencadeador, e muitos outros começam a mudar. É um catalisador. Você não vai ficar aqui para sempre; você não pode mudar todo mundo; você pode, no máximo, mudar a si mesmo”.

Disposição, solidariedade, sinceridade, dignidade, utilidade e gratidão. Estes são os pilares da casa construída sobre a rocha de que Jesus falava. Jesus e todos os Avatares que passaram na Terra tinham o mesmo sonho de Martin Luther King: a humanização da chamada humanidade. 

Dizia Luther King: “Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos”. Talvez tenha faltado ao Velho Luther a confiança estabelecida pelo apóstolo João Evangelista no capítulo 21 do Apocalipse: aí eu vi um novo Céu e uma nova Terra (…) Aquele que estava assentado no trono, disse: Estou fazendo novas todas as coisas, e acrescentou: escreva isto, pois estas palavras são verdadeiras e dignas de confiança.

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