Um grupo de 50 a 60 torcedores de 26 das principais torcidas organizadas do país vai representar o Brasil nas arquibancadas da próxima Copa do Mundo. A iniciativa faz parte de um projeto do Movimento Verde e Amarelo, criado para fortalecer o apoio à Seleção Brasileira durante a competição.
A ideia é simples: levar para o estádio o estilo de torcida que costuma marcar presença nos campeonatos nacionais — com cantos organizados, bandeiras e apoio constante — e transformar isso em combustível para o time dentro de campo.
Entre as torcidas confirmadas estão nomes tradicionais como Império Alviverde (Coritiba), Fanáticos (Athletico-PR), Raça Rubro-Negra (Flamengo), Young Flu e Bravo 52 (Fluminense), Fúria Jovem (Botafogo), Força Jovem (Vasco), Máfia Azul (Cruzeiro), Galoucura (Atlético-MG), Camisa 12 e Guarda Popular (Internacional), Geral (Grêmio), Cearamor (Ceará), Esquadrão Vilanovense (Vila Nova-GO), Falange Azul (Londrina), Dragões (Atlético-GO), Torcida Jovem (Sport), Fúria Jovem (Manaus), Torcida Jovem (Santos), Mancha Alviverde (Palmeiras), Independente e Dragões da Real (São Paulo), além de Gaviões da Fiel, Fiel Macabra, Estopim da Fiel e Camisa 12 (Corinthians).
O objetivo declarado do movimento é “esquentar” a arquibancada e criar um ambiente mais intenso de apoio ao Brasil, algo que, segundo os organizadores, pode influenciar diretamente o desempenho em campo — especialmente em jogos decisivos.
A inspiração vem de um exemplo recente. Na Copa do Mundo de 2022, torcedores de diferentes barras argentinas deixaram rivalidades de lado e se uniram para apoiar a seleção da Seleção Argentina. O resultado foi uma das torcidas mais vibrantes do torneio — e o título mundial conquistado.
Agora, a proposta é repetir a fórmula com sotaque brasileiro: rivalidade de clubes fora do estádio e união total quando a camisa é a amarelinha.