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“Programa nuclear do Irã é pacífico”, diz embaixador

  • Redação
  • 14/07/2015
  • 15:20

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Em entrevista exclusiva ao Brasília Capital. embaixador do Irã no Brasil critica os embargos impostos pela Agência Internacional de Energia Atômica ao seu país

Orlando Pontes

Indice
Negociações com Irã emperram no último momentoQuestão nuclear iraniana. problema técnico ou político?Irã recusa proposta de suspensão do programa nuclear

Qual é a natureza do programa nuclear do Irã?

Ghanezadeh – O nosso programa nuclear tem fins pacíficos. Isso foi provado pelos múltiplos monitoramentos feitos nos últimos anos pela AIEA – Agência Internacional de Energia Atômica – nos 17 centros nucleares iranianos. Temos certeza de que, com um acordo abrangente, assegurando a continuação das perícias e monitoramentos, conforme as regulamentações e tratados internacionais, desaparecerão as possíveis preocupações sobre a natureza do programa nuclear iraniano, que é exclusivamente pacífica.

 

\"340x650_mohammad-ali-ghanezadeh-embaixador-do-ira-no-brasil_1399044\"Qual a posição do Irã diante das dúvidas dos ocidentais, que dizem ter probabilidade de fins militares nas atividades nucleares do seu país?

Ghanezadeh – Nós não procuramos a defensiva nuclear. Nós acreditamos que a defensiva nuclear que assegura a destruição mútua é uma loucura. Fomos impedidos de ter acesso a essa tecnologia. Nossos cientistas se empenharam e agora nós temos tecnologia própria. Por isso, essa ciência se transformou em um assunto de dignidade e orgulho nacional. O povo iraniano insiste em usufurir de suas conquistas, que custaram muito. Alguns de nossos cientistas nucleares foram assassinados pelo regime sionista de Israel. Nunca o programa nuclear iraniano teve dimensão militar. Por outro lado, existem países que não permitiram monitoramento internacional, mas com toda a força tentam fazer com que as negociações não resultem em acordo.

Ghanezadeh – Interessante é que o regime que mais se pronuncia sobre o Tratado de Não Proliferação Nuclear é um regime que não é signatário desse tratado. O regime de Israel, com 200 ogivas nucleares, é o pior proliferador de armas nucleares na história contemporânea (proliferator of nuclear weapons). Israel é o único possuidor de armas nucleares na região. E o único invasor na região. E o primeiro-ministro de Israel, responsável pelas repetidas matanças em Gaza, acusa o Irã, um país que há mais de 250 anos não ataca nenhum país. Desde 1992, Netanyahu previne que o Irã, dentro de 2 a 4 anos, chegará a desenvolver arma nuclear.

 

Qual a sua opinião sobre as forças radicais e extremistas nos EUA que tentam impedir o acordo?

Ghanezadeh – A medida tomada pelos senadores dos Estados Unidos é no sentido contrário às leis internacionais, os princípios de separação dos poderes nos regimes democráticos e até nos procedimentos de negociações diplomáticas. Isto levou muitas autoridades americanas a contestarem-nas. As coisas evoluem. O grupo que até agora, disfarçadamente, se mostrava apoiador da política da “diplomacia com o Irã” mas trabalhava de forma dissimulada contra os avanços neste sentido, agora ficou obrigado, oficialmente a sair desse grupo, e declarar claramente que tem dificuldades com a diplomacia e o diálogo. E aí está tentando fazer parar as negociações e destruir os resultados alcançados.

 

O Senhor pensa que as negociações entre Irã e as potências do grupo G+1 chegarão ao resultado final?

Ghanezadeh – Os negociadores do Irã, com ampla autorização e com o intuito de levar as negociações ao resultado final, durante mais de 20 meses de negociação, demonstraram que o Irã não quer mais do que é do seu direito. Portanto, se a parte do G+1 não exigir demasiadamente e for mais pragmático, o acordo será possível. Caso contrário, a parte do G+1, sobretudo os EUA, será responsável pelo fracasso das negociações.


Saiba mais:


Negociações com Irã emperram no último momento


Questão nuclear iraniana. problema técnico ou político?


Irã recusa proposta de suspensão do programa nuclear


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