Professores de Taguatinga apoiam colegas do Paraná

bsbcapitalPor ,04/05/2015 às 16:03, Atualizado em 04/05/2015 às 16:03

Solidários aos abusos de poder enfrentados pelos educadores do Paraná na quarta-feira (29), os professores do Centro de Ensino Médio EIT-DF foram trabalhar de luto. O professor João Moura afirmou que o objetivo é “mostrar a nossa indignação, o nosso repúdio à violência sofrida pelos professores do Paraná que foram massacrados,quando apenas reivindicavam a permanência …

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Professores do Centro de Ensino Médio EIT foram trabalhar de luto em apoio aos colegas de Curitiba. Foto: Divulgação

Solidários aos abusos de poder enfrentados pelos educadores do Paraná na quarta-feira (29), os professores do Centro de Ensino Médio EIT-DF foram trabalhar de luto. O professor João Moura afirmou que o objetivo é “mostrar a nossa indignação, o nosso repúdio à violência sofrida pelos professores do Paraná que foram massacrados,quando apenas reivindicavam a permanência dos seus direitos adquiridos, conquistados com árduas lutas!”.

Durante o confronto, que aconteceu em Curitiba no final do mês passado, cerca de 150 professores ficaram feridos, segundo a prefeitura.  Em Taguatinga, os professores aderiram às manifestações e condenaram a atitude dos governantes e da polícia contra os educadores. “É uma pena que um país, que se diz ser democrático, ainda aconteça fatos tão cruéis, principalmente com profissionais que buscam a transformação, que lutam incessantemente para que os brasileiros saiam da margem da ignorância”, afirmou Moura.

O Ministério Público do Paraná está investigando as responsabilidades por eventuais excessos de policiais na repressão aos professores na manifestação em Curitiba. Os promotores querem ouvir as pessoas envolvidas na manifestação e analisar as imagens do protesto.

“Esse evento mancha a história do Paraná e o estado democrático de direito. Nós jamais imaginamos que pudéssemos vivenciar o que aconteceu na Assembleia Legislativa do Paraná, aquela verdadeira batalha campal”, disse o procurador de Justiça Paulo Sérgio Markowicz de Lima, um dos encarregados pela investigação.

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