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colaboradores, Nutrição, Saúde

Por uma Nutrição mais igual e inclusiva

  • Caroline Romeiro
  • 10/06/2024
  • 10:00

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A profissão de nutricionista no Brasil, conforme os dados da última pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), é predominantemente composta por pessoas brancas.

Esse fato revela uma desigualdade racial significativa dentro do campo da Nutrição, refletindo uma tendência histórica de exclusão e marginalização de grupos raciais não brancos em diversas profissões de prestígio.

A ausência de representatividade racial entre os nutricionistas não apenas limita a diversidade de perspectivas e experiências dentro da profissão, mas também pode afetar a qualidade do atendimento oferecido a populações negras, pardas e outras, que podem se sentir menos compreendidas e representadas por profissionais que não compartilham de suas realidades culturais e sociais.

Para abordar essa disparidade, é essencial implementar programas de letramento racial entre os profissionais da Nutrição. O letramento racial visa educar os indivíduos sobre as questões raciais, desconstruindo preconceitos e promovendo uma compreensão mais profunda das experiências e desafios enfrentados por pessoas de diferentes raças.

Para os nutricionistas, isso significa aprender sobre como fatores sociais e econômicos, frequentemente ligados a questões raciais, influenciam os padrões alimentares e o estado de saúde das populações.

Ao entender melhor essas dinâmicas, os profissionais podem oferecer um cuidado mais sensível e eficaz, respeitando a diversidade cultural e as necessidades específicas de cada paciente.

Além dos profissionais já formados, é crucial que esse letramento racial seja incorporado na formação acadêmica dos futuros nutricionistas.

Os professores, que desempenham um papel fundamental na formação dos estudantes, precisam ser capacitados para incorporar práticas antirracistas em seus currículos e métodos de ensino.

Isso inclui a revisão dos conteúdos programáticos para incluir mais informações sobre a saúde e a nutrição de populações racialmente diversas, bem como a criação de um ambiente acadêmico inclusivo e acolhedor para estudantes de todas as raças.

A promoção de debates e a inclusão de estudos de casos que envolvam questões raciais podem ajudar a sensibilizar os estudantes para a importância da equidade racial na prática profissional.

Por fim, incentivar uma atuação antirracista entre os profissionais e estudantes de nutrição é uma estratégia fundamental para combater o racismo estrutural dentro da profissão.

Isso pode ser feito por meio de políticas institucionais que promovam a diversidade e a inclusão e por iniciativas individuais dos profissionais que busquem se educar e educar seus colegas sobre questões raciais.

Em última análise, promover a diversidade racial na nutrição não apenas enriquece a profissão, como também contribui para uma sociedade mais justa e equitativa.

Instagram: @carolromeiro_nutricionista

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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