Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

colaboradores

Por que sobretaxar alimentos ultraprocessados?

  • Caroline Romeiro
  • 16/12/2024
  • 08:00

Compartilhe:

A alimentação inadequada, associada ao consumo de alimentos ultraprocessados, é um dos principais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil e representa um desafio global de saúde pública. 

A taxação de ultraprocessados, neste contexto, poderia ser uma medida eficaz para desestimular o consumo desses alimentos, reduzindo seus impactos negativos na saúde, na economia e no meio ambiente. 

O consumo regular desses produtos está associado a um aumento significativo no risco de excesso de peso, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, câncer, dentre outras doenças. 

Além dos impactos diretos na saúde, esses alimentos contribuem significativamente para o aumento das emissões de gases de efeito estufa, degradação do solo e desperdício de recursos hídricos.

A má-nutrição em populações de maior vulnerabilidade e risco social não se limita à fome, mas inclui a obesidade e as doenças associadas ao consumo excessivo de ultraprocessados. 

Esse cenário reforça a necessidade de políticas públicas que protejam essas comunidades e promovam maior acesso a alimentos in natura e minimamente processados em detrimento de ultraprocessados, com o objetivo de promover um ambiente alimentar mais saudável.

A taxação de alimentos ultraprocessados, portanto, possui inúmeros benefícios, dentre eles a redução do consumo e promoção da saúde. 

Estudos mostram que o aumento de impostos sobre produtos nocivos, como tabaco, bebidas alcoólicas e bebidas açucaradas reduz significativamente seu consumo. 

Além disso, há a possibilidade de reinvestir em saúde e nutrição, e uma série de benefícios econômicos e ambientais.

Instagram: @carolromeiro_nutricionista

Compartilhe essa notícia:

Picture of Caroline Romeiro

Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

Colunas

Orlando Pontes

O peso de Cármen Lúcia na eleição do DF

Caroline Romeiro

O desafio da perda de peso sustentável

José Matos

O despertar espiritual

Júlio Miragaya

A OTAN vai defender a Groenlândia dos EUA?

Tesandro Vilela

Quando a IA copia quem você ama

Júlio Pontes

Os calos nos pés de Nikolas Ferreira

Últimas Notícias

Perícia aponta falha nos freios da Ranger V6. Ford nega

23 de janeiro de 2026

PSB e Cidadania pedem impeachment de Ibaneis

23 de janeiro de 2026

PF cumpre mandados no Rio por fraudes financeiras

23 de janeiro de 2026

Marcha bolsonarista confronta STF

23 de janeiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.