População de Taguatinga pede respeito

gabrielpontesPor ,11/09/2015 às 22:34, Atualizado em 11/09/2015 às 22:34

Movimento Taguatinga Unida (Movitu) lança cartilha com reivindicações em prol da cidade Lideranças comunitárias de Taguatinga, mobilizadas pelo Movimento Taguatinga Unida (Movitu), produziram a cartilha “Taguatinga exige respeito”, que foi lançada na sexta-feira (11), no saguão da Administração Regional, e será entregue aos moradores da cidade e aos governantes. O documento contém uma série de …

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Movimento Taguatinga Unida (Movitu) lança cartilha com reivindicações em prol da cidade

Lideranças comunitárias de Taguatinga, mobilizadas pelo Movimento Taguatinga Unida (Movitu), produziram a cartilha “Taguatinga exige respeito”, que foi lançada na sexta-feira (11), no saguão da Administração Regional, e será entregue aos moradores da cidade e aos governantes. O documento contém uma série de reivindicações e seu objetivo, segundo os organizadores, é “evitar que mudanças sem prévios estudos de impacto transformem-se em grandes calamidades no cotidiano de Taguatinga”.

A sociedade organizada da cidade é totalmente contra a implantação da mão única nas avenidas Comercial e Samdu. Segundo a cartilha, “a intervenção não atende aos interesses da comunidade”. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Taguatnga (Acit), Justo Magalhães, explica que o projeto atende apenas às pessoas que usam a cidade como eixo de passagem. “A mão única negligencia as pessoas que moram, estudam, trabalham ou acessam o comércio de Taguatinga”, afirma Magalhães.

Dentro do grupo de discussão sobre os rumos da cidade, os moradores podem dar ideias e sugerir ações para aumentar a qualidade de vida em Taguatinga. O dentista Lívio Ribeiro de Azevedo aproveitou para sugerir, em vez da mão única, a ampliação da Samdu, utilizando alguns metros da calçada do lado leste e a manutenção dos dois sentidos, com canteiro central para ciclistas.

“O descaso na gestão do espaço público em Taguatinga vem transformando nossa cidade em um ambiente hostil e inseguro para os que vivem e passam por ela”, afirmou a arquiteta e urbanista Tauana Ramthum do Amaral. A mobilidade urbana é o maior problema apontado pelos moradores. Calçadas, transporte público de qualidade e ciclovias estão entre as reivindicações.

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