Polícia Federal prende lobistas e faz buscas no escritório de filho de Lula

bsbcapitalPor ,26/10/2015 às 15:34, Atualizado em 26/10/2015 às 15:34

Cerca de 100 policiais federais estão cumprindo 33 mandados judiciais, sendo seis de prisão preventiva, 18 de busca e apreensão e nove de condução coercitiva no Distrito Federal e nos estados do São Paulo, Piauí e Maranhão, em nova fase da Operação Zelotes. Os policiais fazem buscas no escritório do filho do ex-presidente Luiz Inácio …

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Foto: Igo Estrela/ObritoNews/Fato Online

Cerca de 100 policiais federais estão cumprindo 33 mandados judiciais, sendo seis de prisão preventiva, 18 de busca e apreensão e nove de condução coercitiva no Distrito Federal e nos estados do São Paulo, Piauí e Maranhão, em nova fase da Operação Zelotes. Os policiais fazem buscas no escritório do filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Luiz Claudio Lula da Silva, na sede da LFT Marketing Esportivo, em São Paulo. Foram presos nessa nova fase o lobista Alexandre Paes dos Santos, conhecido por APS, e o advogado José Ricardo da Silva, apontados como intermediários da propina entre empresas e os integrantes do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

Entre os alvos dos mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, está o jornalista Fernando Cesar Mesquita, ex-porta voz do governo do ex-presidente José Sarney. Ainda em Brasília, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva, nove de busca e dois de condução coercitiva. Em São Paulo, foram feitas duas prisões, oito buscas e quatro conduções. No Piaui, uma pessoa foi presa e duas levadas para a sede da Polícia Federal. No Maranhão, a polícia executou um mandado de prisão coercitiva.

A nova etapa está voltada para um consórcio de empresas que, além de promover a manipulação de processos e julgamentos, também negociava incentivos fiscais a favor de empresas do setor automobilístico. As provas indicam provável ocorrência de tráfico de influência, extorsão e corrupção de agentes públicos.

A Operação Zelotes foi deflagrada no dia 26 de março. Os crimes investigados na operação são tráfico de influência, corrupção passiva e ativa, associação e organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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