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Sem categoria

Polícia Federal está na cola de Collor

  • Redação
  • 10/08/2015
  • 12:09

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\"CollorAmar\"A Polícia Federal está muito perto de concluir os cruzamentos de dados para identificar todas as empresas, assessores e colaboradores do senador Fernando Collor (PTB-AL) no esquema de troca de bandeira de postos de combustíveis adquiridos pela Petrobras Distribuidora e a DVBR Derivados do Brasil. Tudo teria sido feito no mesmo modis operandis do que já ficou constatado que ocorreu na rede Aster, de São Paulo.

Indice
Esquema sofisticadoLavagem com possantesPerseguição de FDPOperação Lava Jato chega aos políticos do DFCunha nega ter influenciado pedido da Câmara para anular provas da Lava JatoLula convence Renan a salvar Dilma

Esquema sofisticado

Até agora, a Operação Lava Jato rastreou R$ 26 milhões pagos em propina à turma collorida. O objetivo é enquadrar as empresas beneficiadas em todo o território nacional no período de 2010 a 2014. A maior dificuldade dos investigadores é desmantelar um esquema sofisticado, com várias transações financeiras, para não chamar a atenção dos órgãos de controle. Uma das estratégias era fazer depósitos fracionados.

\"collor3\"

Lavagem com possantes

Para a PF, os três carros de luxo apreendidos na Casa da Dinda – um Porsche, um Lamborghini e uma Ferrari – foram adquiridos dentro do esquema de lavagem de dinheiro pelas empresas ligadas ao senador, entre elas a Água Branca, da qual ele é sócio. Tudo indica que o dinheiro foi depositado nas contas de Collor pelo doleiro Alberto Yousseff, delator da Lava Jato.

Perseguição de FDP

Collor garante nada ter a ver com a corrupção na Petrobras. “É tudo perseguição do Ministério Público Federal”, diz ele. E na quarta-feira (5), ao se defender das acusações, atacou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Ao final, os microfones do Senado ainda captaram um palavrão desferido pelo senador contra o procurador: “FDP”…


Leia mais:


Operação Lava Jato chega aos políticos do DF


Cunha nega ter influenciado pedido da Câmara para anular provas da Lava Jato


Lula convence Renan a salvar Dilma


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