Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Sem categoria

Planalto cobra de Levy plano para reerguer economia

  • Redação
  • 10/11/2015
  • 07:56

Compartilhe:

\"FRP-Levy-Itamaraty-20151103-8\"

Indice
Cunha diz que vai provar no Conselho de Ética que não mentiu na CPI da Petrobras‘Lula tem todo o direito de não gostar de mim’, diz ministro da JustiçaMovimentos fazem manifesto contra o ajuste fiscal e Eduardo Cunha

Diante da piora das expectativas sobre a retração da economia no próximo ano, assessores presidenciais cobram mais criatividade da equipe econômica para lançar uma agenda de retomada do crescimento que dê resultado já nos próximos meses.

Segundo a Folha apurou, a avaliação de auxiliares próximos da presidente Dilma Rousseff é que o governo não pode entrar em 2016 sem um plano para dar esperança aos agentes econômicos na recuperação do ritmo de atividade da economia.

Um assessor palaciano disse à Folha que a cobrança por mais criatividade da equipe do ministro Joaquim Levy (Fazenda) não significa pedir a adoção de medidas mágicas, mas de iniciativas que possam ser lançadas enquanto o governo busca aprovar o pacote fiscal apresentado ao Congresso Nacional.

Assessores chegam a dizer que, sem avanço das medidas fiscais, Levy pode aproveitar para deixar o governo na virada do ano sob a justificativa de que sua receita para recuperar a economia, que passa primeiro pelo reequilíbrio das contas públicas, não foi aceita no Congresso.

Interlocutores do ministro da Fazenda negam que esse seja seu plano. Levy, afirmam, faz questão de dizer que a presidente Dilma está fechada com sua proposta de ajuste fiscal e ele está comprometido com a missão de ajudá-la a superar a atual crise econômica.

PRESSÕES

Nesta segunda-feira, dois auxiliares próximos da presidente disseram àFolha que não está nos planos da chefe trocar o ministro da Fazenda, apesar das seguidas pressões do PT e do ex-presidente Lula para substituí-lo.

Eles reconheceram, porém, que o governo está preocupado com as previsões de piora da retração econômica em 2016. A pesquisa do Banco Central com economistas do mercado já aponta para uma desaceleração de quase 2% no ano que vem.

Para o Planalto, não dá mais para ficar esperando a aprovação do ajuste, o que dificilmente ocorrerá neste ano, para reanimar a economia.

Para 2016, alguns analistas do mercado preveem um tombo próximo ao que deve ocorrer neste ano, com retração projetada de 3% do PIB (Produto Interno Bruto).

Essas previsões, na avaliação de assessores, reforçam a necessidade de adotar medidas que garantam um início de recuperação do ritmo da economia brasileira.

Caso contrário, dizem, o governo Dilma e o PT serão os principais alvos de críticas da campanha eleitoral do próximo ano, gerando um cenário de desgaste político que pode inviabilizar, de vez, qualquer possibilidade de um nome ligado ao petismo na eleição presidencial de 2018.

ANGÚSTIA

Interlocutores de Levy dizem que o ministro compreende a angústia do PT, mas afirma que, sem ajustar as contas públicas, qualquer medida para retomar o ritmo da economia fracassará.

O próprio ministro da Fazenda passou a reforçar em suas entrevistas a necessidade de retomar o crescimento da economia, elencando ações para atingir este objetivo no médio prazo.

Levy publicou recentemente documento intitulado \”Reequilíbrio fiscal e retomada da economia\”, apontado como um sinal de flexibilização de seu discurso antes só focado no reequilíbrio das contas públicas.

No texto, o ministro da Fazenda reconhece, no capítulo \”O caminho do crescimento, os próximos passos\”, que a expansão da economia passa pelo \”relaxamento das condições de crédito\”, uma das reivindicações do ex-presidente Lula.

A equipe do ministro afirma ainda que ele tem discutido dentro e fora do governo medidas para melhorar o ambiente econômico, como a modernização das regras das parcerias público-privadas (PPPs) e a reforma da Previdência Social.


Leia mais:


Cunha diz que vai provar no Conselho de Ética que não mentiu na CPI da Petrobras


‘Lula tem todo o direito de não gostar de mim’, diz ministro da Justiça


Movimentos fazem manifesto contra o ajuste fiscal e Eduardo Cunha


 

Compartilhe essa notícia:

Picture of Redação

Redação

Colunas

Orlando Pontes

Caiado é o cara

Caroline Romeiro

Entre modismos e responsabilidade

José Matos

Umbanda: religião brasileira e cristã – II

Júlio Miragaya

O chororô da Unidos da Papuda

Tersandro Vilela

Lula defende Sul Global na regulação tecnológica

Júlio Pontes

Lula virou samba e pode pagar caro por isso?

Últimas Notícias

Educador físico faz sucesso com treinos para mulheres

23 de fevereiro de 2026

Águas Lindas é a 3ª no ranking de “gatos” em Goiás

22 de fevereiro de 2026

Raízes do Entorno divulga calendário de 2026

22 de fevereiro de 2026

Passarinho vai cantar

22 de fevereiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2026 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.