Petistas discutem com Dilma rearticulação da base aliada

bsbcapitalPor ,05/07/2013 às 16:29, Atualizado em 05/07/2013 às 16:29

Deputados da coordenação da bancada do PT na Câmara discutiram hoje (5) com a presidenta Dilma Rousseff a necessidade de rearticulação da base aliada. Segundo o líder do partido na Câmara, José Guimarães (CE), a “viola desafinou um pouco”, e é preciso trabalhar para afiná-la novamente. O presidente do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), …

Petistas discutem com Dilma rearticulação da base aliada Leia mais »

Deputados da coordenação da bancada do PT na Câmara discutiram hoje (5) com a presidenta Dilma Rousseff a necessidade de rearticulação da base aliada. Segundo o líder do partido na Câmara, José Guimarães (CE), a “viola desafinou um pouco”, e é preciso trabalhar para afiná-la novamente. O presidente do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), e a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também participaram do encontro.

“A presidenta pediu apoio para a bancada do PT para ajudar na recomposição da base, do diálogo com os partidos, com o PMDB. Vamos trabalhar para rearticular a base, pacificar a base”, disse Guimarães. Questionado se há uma quebra na base de apoio, José Guimarães negou. “A base não está quebrada. A viola desafinou um pouco, e o PT pode ajudar a afinar a viola”, respondeu o deputado.

De acordo com Guimarães, no encontro, os parlamentares manifestaram ao plebiscito sobre a reforma política, proposto pelo governo federal ao Congresso Nacional. Sobre a possibilidade de aprovação das regras do plebiscito para valer já nas próximas eleições (2014), José Guimarães disse que esta é a posição do governo. Sobre as chances de votação da proposta na Câmara a tempo de o plebiscito ser realizado para valer no pleito do próximo ano, Guimarães disse que “quando se quer, se faz”.

O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (SP), no entanto, demonstrou preocupação com o curto espaço de tempo para o plebiscito. “O fato de o TSE [Tribunal Superior Eleitoral] ter definido 70 dias [como prazo mínimo] praticamente tira as chances. Agora, a orientação do governo é que ‘o praticamente’ não é totalmente, e vamos trabalhar para ver se dá tempo”, disse Chinaglia, ao deixar a reunião.

Segundo José Guimarães, na reunião de hoje, os parlamentares manifestaram apoio ao projeto de governo de Dilma e confiança na liderança da presidenta no processo de mudanças no país expressas nos cinco pontos do pacto proposto por ela.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

Deixe um comentário

Rolar para cima