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Artigo

Para quem serve uma dieta isenta de glúten?

  • Caroline Romeiro
  • 08/07/2017
  • 11:00

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Q4 Nutrição (*)

A restrição do glúten na dieta esteve em alta há alguns anos, mas agora parece que as coisas estão voltando ao normal. Compreendeu-se, finalmente, que apenas pessoas que precisam dessa restrição se beneficiam dela. Esse grupo é formado por quem tem doença celíaca, alergia ao trigo, glúten ou uma hipersensibilidade ao glúten não celíaca.

Porém, algumas dessas condições clínicas foram recentemente descritas e ainda não há consenso e nem diagnóstico preciso. Portanto, hoje o foco será na condição mais clássica e estudada que se beneficia dessa retirada – a doença celíaca.

Autoimune, a doença celíaca é caracterizada por um processo inflamatório que atinge indivíduos predispostos geneticamente após a ingestão do glúten, onde há partículas que não são completamente hidrolisadas pelas enzimas digestivas, causando assim uma resposta inflamatória e atrofia nas vilosidades do intestino delgado, consequentemente levando à má absorção de nutrientes e outras manifestações clínicas.

O diagnóstico é feito através de exames sorológicos, porém o exame mais fidedigno é a biópsia intestinal. O único tratamento para doença é uma dieta isenta de glúten. Os alimentos proibidos são: trigo, aveia (contaminação cruzada), centeio e cevada.

É importante ter atenção na leitura dos rótulos dos alimentos industrializados e com risco de contaminação cruzada, que ocorre quando um alimento que não contém glúten é manipulado ou processado no mesmo local que alimentos fontes de glúten. Até mesmo em casa, utensílios e equipamentos usados na cozinha podem fazer essa contaminação cruzada.

Para esses indivíduos, o acompanhamento médico e nutricional é essencial. Por isso, devem procurar um nutricionista que tenha experiência em casos semelhantes.

 

(*) Grupo de estudantes que buscam informações para popularizar a Ciência da Nutrição nas redes sociais}

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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