Operação busca joias de Adriana Ancelmo, ao todo são 149 peças

BSB Capital 23/06/2017 às 9:47, Atualizado em 18/09/2017 às 21:14

A suspeita da PF é de que o ex-governador do Rio de Janeiro usava a compra para lavar dinheiro da corrupção

Peças sob encomenda, pagas em dinheiro e sem emissão de notas fiscais. Assim que Cabral gastou, entre 2012 e 2016, cerca de R$ 6 milhões com anéis, pulseiras, brincos e colares. As informações foram confirmadas pela diretora comercial da H.Stern, Maria Luiza Trotta, em declaração ao MPF.

A Polícia Federal faz, nesta manhã, buscas em dois endereços ligados à ex-primeira dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo. A operação de hoje é um braço da Lava Jato, que investiga o marido de Ancelmo, Sérgio Cabral (PMDB). Desde a prisão do ex-governador, na Operação Calicute, a PF já apreendeu 40 peças. Faltariam, de acordo com agentes 149.
As 40 primeiras joias apreendidas em novembro pela PF foram avaliadas em R$ 2 milhões. Adriana e Sérgio gastaram mais de R$ 11 milhões em joalherias, e a maioria das peças ainda não foi encontrada. Investigações mostram que a compra das pedras preciosas são provas de crime.
Os agentes da Polícia Federal fizeram as buscas em dois endereços. No apartamento da ex-governanta do casal, GIlda Maria de Souza Vieira da Silva, no Jardim Botânico, no Rio; e no imóvel da irmã de Adriana, Nusia Ancelmo Mansur, em Ipanema.}

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