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Esporte

Olimpíadas de Tóquio: o que esperar do Brasil?

  • Gustavo Pontes
  • 23/07/2021
  • 11:45

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Os porta-bandeiras do Brasil na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Bruninho, do vôlei, e a judoca Ketleyn Quadros. Foto: COB Divulgação

A abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio aconteceu na sexta-feira (23). Mas o Brasil já havia estreado em algumas modalidades, como no futebol. O time feminino comandado por Marta e Formiga goleou a China por 5 a 1. O masculino venceu a Alemanha (4 a 2) com três gols de Richarlison.

O País vive a expectativa de conquistar bons resultados em outras modalidades. O vôlei sempre chega credenciado a conquistar medalhas, no masculino e no feminino, nas quadras ou na areia. O judô também costuma subir ao pódio, e chega forte, com Mayra Aguiar, Maria Suelen e Baby.

Na ginástica, os medalhistas Arthur Zanetti e Arthur Nory esperam repetir o desempenho, assim como Isaquías Queiroz, na canoagem. Duas modalidades estarão presentes pela primeira vez em Jogos Olímpicos: o Skate e o Surfe. E o Brasil chega com bons candidatos ao pódio em ambas.

No skate, a representante mais nova do País nas Olimpíadas, Rayssa Leal, de 13 anos, tentará surpreender. Outro destaque do skate feminino é Letícia Bufoni, que já foi campeã mundial. No masculino, Luizinho, vice-campeão mundial em 2019, é um dos favoritos à medalha.

O Time Brasil vem numa regularidade de medalhas nas últimas edições dos jogos. Foram 17 medalhas em Pequim e Londres, e 19 no Rio de Janeiro. A conquista de um ouro pode mudar a posição de um país no quadro de medalhas.

Em 2016, como país-sede, o Brasil marcou presença em todas as modalidades e conquistou sete ouros. Isso fez o país subir no elevador olímpico. Saiu da 22ª colocação em 2008 e 2012, para a 13ª posição em 2016.

A expectativa é melhorar ainda mais o resultado em 2021 e a entrada das novas modalidades pode favorecer o Brasil no ranking. As olimpíadas terminam no dia 8 de agosto.

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