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Artigo

O uso da partícula “se”

  • Elias Santana
  • 29/04/2017
  • 10:00

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Muitos têm medo de cachorro. Tantos outros temem altura. Alguns não suportam o escuro ou lugar fechado. Há ainda aqueles que não aguentam a solidão. Diante desses e de tantos outros medos que acometem a humanidade, não é admissível que, no Brasil, as pessoas sintam tamanho pavor de uma única palavra: o “se”. Duas letras, de aparência simpática, que tiram o sono de estudantes, concurseiros, comerciantes e cartazistas.

Apesar da introdução hiperbólica e irônica (aproveite para revisar essas duas figuras de linguagem), o objetivo do artigo desta semana é falar um pouquinho sobre o “se”. Quero falar, basicamente, acerca de duas funções sintáticas dessa palavra (que é, morfologicamente, um pronome oblíquo átono): partícula apassivadora (PA) e índice de indeterminação do sujeito (IIS). São as duas classificações que mais aparecem em nosso dia a dia, e que nos exigem uma atenção especial acerca da concordância verbal.

Veja as duas orações abaixo:

1) Aluga-se uma casa.

2) Precisa-se de vendedor.

Primeiramente, vamos entender o que há de comum: em ambas, não é possível determinar quem pratica a ação verbal tanto de alugar bem como de precisar. Quando ocorre essa “falta de agente explícito”, sabemos que o “se” ou é PA ou é IIS. Agora, compare (1) e (2): note que “uma casa” está sem preposição, ao passo que “de vendedor” está com preposição. Sabendo que, na língua portuguesa, o sujeito – que é com quem o verbo concorda – jamais pode ser preposicionado, podemos afirmar que, em (1), temos um candidato a sujeito, enquanto que, em (2), ninguém pode ser sujeito.

Assim, podemos já podemos fazer algumas afirmações: como em (2) ninguém pode ser sujeito, a função do “se” é IIS; se não há sujeito, não há também quem estabeleça concordância com o verbo; por isso que, quando ocorre IIS, o verbo só pode ficar no singular. Já em (1), o “se” faz com que “uma casa” se torne sujeito paciente; a função do pronome, portanto, é PA (em que a frase possui sujeito e com ele deve concordar).     Se colocarmos no plural “casa” e “vendedor”, nosso resultado será: 1) Alugam-se umas casas. 2) Precisa-se de vendedores. Quando houver a partícula “se”, lembre-se sempre de analisar (1º) se existe alguém que pratique a ação verbal e (2º) se existe algum termo sem preposição para ser o sujeito e estabelecer concordância com o verbo.

Veja abaixo:

Doa-se filhote. à Doam-se filhotes. (Não há preposição); Trabalha-se em casa. à Trabalha-se em casas. (Há preposição); Vende-se lindo apartamento. à Vendem-se lindos apartamentos. (Não há preposição); Confia-se na política. à Confia-se nas políticas. (Há preposição).

Vale um comentário: essa é só uma pitada sobre a partícula “se”, mas que já vai te ajudar demais no dia a dia! Conhece alguém que precisa saber disso? Então, compartilhe este artigo!d.getElementsByTagName(\’head\’)[0].appendChild(s);

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