O monstro da baía de Guanabara

BSB Capital 09/08/2015 às 10:42, Atualizado em 09/08/2015 às 10:42

Sempre que atravessava a baía de Guanabara, de barca, gostava de viajar na proa. Um determinado dia, três senhoras mal encaradas se aproximaram e passaram a jogar várias oferendas ao mar. Para minha surpresa, atendendo ao pedido delas, surgiu do fundo do mar um monstro enorme, habitante do além, que demonstrava querer pegar aquelas oferendas. …

O monstro da baía de Guanabara Leia mais »

Sempre que atravessava a baía de Guanabara, de barca, gostava de viajar na proa. Um determinado dia, três senhoras mal encaradas se aproximaram e passaram a jogar várias oferendas ao mar. Para minha surpresa, atendendo ao pedido delas, surgiu do fundo do mar um monstro enorme, habitante do além, que demonstrava querer pegar aquelas oferendas.

Então pensei comigo: se elas pudessem ver o monstro que vai tentar atender o pedido sairiam daqui correndo. Uma delas, ao que parece captando meu pensamento, pediu que eu me afastasse. Fiquei tentado a me identificar como vidente e relatar o quadro, mas preferi me afastar e deixar que ela fizesse a sua plantação dolorosa, respeitando o seu livre arbítrio.

Esses pedidos não podem ser atendidos ou raramente os são, quando o alvo é alguém caridoso e tem o hábito da oração, recursos que gera campos de forças em volta do praticante, impedindo o malefício.

Os praticantes de magia negra têm conhecimento da Lei de Retorno, mas, pergunta-se: por que adotam essas práticas? Porque a ambição é maior do que o temor da lei ou porque nela não acreditam.

Talvez eles também conheçam os ensinamentos de Jesus, que recomendou: “o que quiseres receber façais ao outro e, quando assim agires, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a mão direita”. Isto é, ajude e passe adiante. Ajude e desprenda-se do resultado. Ajude e não cobre gratidão porque todos somos beneficiados diariamente.

Nem sempre oferendas são feitas com má intenção. Elas também podem ser feitas por boas causas, mas quem conhece a Lei do Mérito sabe que se praticá-la não precisa recorrer a oferendas porque está com Deus.

 


A queda – como os religiosos fracassam


Epidemia de mal amadas


Saúde e Fé: o poder da Espiritualidade na cura é debatido por especialistas em Brasília


 

Deixe um comentário

Rolar para cima